Uma nova pesquisa eleitoral aponta crescimento da vantagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em uma eventual disputa de segundo turno contra o senador Flávio Bolsonaro. O levantamento CNT/MDA, divulgado nesta terça-feira (16), mostra que a diferença entre os dois aumentou significativamente em relação ao cenário registrado há dois meses.
De acordo com os números, Lula aparece com 49,3% das intenções de voto em um confronto direto, enquanto Flávio registra 36,8%. Na pesquisa anterior, realizada em abril, a distância era consideravelmente menor.
Cenário de primeiro turno mantém liderança de Lula
Na simulação para o primeiro turno das eleições presidenciais, Lula segue na liderança com 41,8% das intenções de voto. Flávio Bolsonaro ocupa a segunda posição, alcançando 28,2%.
Os demais nomes testados pelo instituto aparecem com percentuais mais baixos. Entre eles estão o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, o governador de Minas Gerais, Romeu Zema, além de Joaquim Barbosa, Augusto Cury, Michel Temer e Renan Santos.
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Petista venceria outros adversários no segundo turno
O levantamento também simulou confrontos entre Lula e outros possíveis candidatos. Em todos os cenários apresentados, o atual presidente aparece à frente dos concorrentes testados.
Contra Caiado e Zema, por exemplo, a vantagem supera 15 pontos percentuais. Já diante de nomes como Joaquim Barbosa, Renan Santos, Augusto Cury e Michel Temer, o presidente mantém liderança confortável, com percentuais próximos ou superiores a 47%.
Pesquisa mostra crescimento da diferença
A nova rodada indica uma ampliação relevante da distância entre Lula e Flávio Bolsonaro em comparação ao estudo anterior. Enquanto o presidente registrou crescimento nas intenções de voto, o senador apresentou recuo dentro da margem observada pelo instituto.
O resultado sugere mudanças no cenário eleitoral projetado para 2026 e reforça a liderança do petista nos diferentes cenários avaliados pela pesquisa.
Metodologia do levantamento
A pesquisa CNT/MDA foi realizada presencialmente entre os dias 10 e 14 de junho, com 2.002 entrevistados distribuídos por todas as regiões do país.
O estudo está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e possui margem de erro de 2,2 pontos percentuais, com nível de confiança estimado em 95%.