DIREITOS E PROTEÇÃO

Auxílio-aluguel apoia vítimas de violência em Piracicaba

Por Redação JP1 |
| Tempo de leitura: 2 min
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Mulheres vítimas de violência doméstica em Piracicaba podem ter acesso a um auxílio-aluguel de R$ 500 mensais para ajudar na saída do ambiente de agressão e na reconstrução da vida.
Mulheres vítimas de violência doméstica em Piracicaba podem ter acesso a um auxílio-aluguel de R$ 500 mensais para ajudar na saída do ambiente de agressão e na reconstrução da vida.

Mulheres em Piracicaba podem receber auxílio-aluguel de R$ 500; veja como solicitar

Mulheres vítimas de violência doméstica em Piracicaba podem ter acesso a um auxílio-aluguel de R$ 500 mensais para ajudar na saída do ambiente de agressão e na reconstrução da vida. O benefício faz parte de um programa do Governo do Estado de São Paulo e segue disponível no município.

O valor é pago por até seis meses, com possibilidade de prorrogação por mais seis, conforme a situação de vulnerabilidade da beneficiária.


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Para ter direito ao auxílio, é necessário atender a alguns critérios, como possuir medida protetiva com base na Lei Maria da Penha, residir no Estado de São Paulo, ter renda familiar de até dois salários mínimos antes da separação e comprovar situação de vulnerabilidade social.

O cadastro deve ser feito por meio da rede de Assistência Social da cidade. As interessadas podem procurar unidades como CRAS (Centro de Referência de Assistência Social), CREAS (Centro de Referência Especializado de Assistência Social) ou o CRAM (Centro de Referência de Atendimento à Mulher), que realizam o atendimento e encaminhamento do pedido.

Após a aprovação, o valor é depositado diretamente para a beneficiária por meio de conta social.

Além do apoio financeiro, as mulheres também recebem acompanhamento da rede pública, com acesso a serviços de saúde, assistência social e apoio psicológico.

Piracicaba aderiu ao programa estadual em 2025, ampliando a rede de proteção às mulheres em situação de violência. O município também possui legislação própria que prevê o aluguel social, reforçando o suporte às vítimas.

A orientação é que mulheres em situação de risco procurem ajuda o quanto antes, seja na assistência social, unidades de saúde ou Delegacias de Defesa da Mulher.

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