Cinco meses após perder o filho em um acidente no trânsito, uma mãe de Piracicaba ainda espera por justiça. Viviane Soares Bolani cobra responsabilização pela morte de Vitor Soares Bolani, de 21 anos, ocorrida em outubro de 2025.
“Eu só quero justiça pelo meu filho”, desabafa a mãe.
Acidente fatal marcou a família
O caso aconteceu na manhã de 14 de outubro, na Av. Anel Viário Municipal Comendador Leopoldo Dedini, 1, no bairro Monte Alegre. Vitor, que trabalhava como mototaxista, retornava de uma corrida quando foi atingido por um carro que invadiu a contramão.
A colisão foi frontal e o jovem morreu ainda no local.

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Motorista não podia dirigir
A condutora do veículo, de 26 anos, estava com a habilitação suspensa desde abril de 2025. A penalidade foi aplicada após condenação por lesão corporal culposa em outro episódio no trânsito.
Na ocorrência anterior, duas pessoas que estavam em uma motocicleta foram atropeladas. Entre as vítimas estava uma criança, que foi arrastada pelo veículo e sofreu ferimentos graves, ficando com sequelas permanentes.
Inquérito ainda não foi concluído
Segundo a mãe do jovem, até o momento o inquérito policial sobre o acidente fatal ainda não foi concluído.
“O intuito de eu estar gravando é para que eles deem entrada logo no processo”, afirmou Viviane Soares Bolani.
O caso é investigado pela Unidade de Polícia Judiciária Agrupada (UPJA).

Caso ainda não tem processo
Até agora, não houve abertura de processo judicial relacionado à morte de Vitor.
Com isso, a condutora ainda não responde formalmente nem por homicídio culposo (quando não há intenção de matar) nem por homicídio doloso.
Cobrança por responsabilização
Para a mãe, o caso evidencia falhas graves na fiscalização e no cumprimento das punições. Ela afirma que a motorista não deveria estar dirigindo e que a tragédia poderia ter sido evitada.
Familiares reforçam o sentimento de impunidade e cobram uma resposta mais firme das autoridades.
Caso segue sem desfecho
Mesmo após cinco meses do ocorrido, a situação ainda não teve um desfecho judicial. A família segue aguardando providências e pede que o caso não fique sem resposta.