A presidente do Palmeiras, Leila Pereira, ampliou seu patrimônio e alcançou uma posição de destaque entre as maiores fortunas femininas do Brasil. Segundo o ranking de bilionários divulgado pela Forbes na sexta-feira (28), a empresária acumula cerca de R$ 4,9 bilhões e aparece em 15º lugar entre as mulheres mais ricas do país.
O resultado representa uma evolução expressiva em relação ao levantamento anterior. Em 2025, Leila figurava na 42ª posição entre as mulheres, com patrimônio estimado em R$ 4,4 bilhões. A diferença chega a aproximadamente 11,4% em um ano, enquanto sua colocação na classificação geral passou a ser a 81ª entre os brasileiros listados pela publicação.
A riqueza da empresária está relacionada principalmente aos negócios mantidos com o marido, José Roberto Lamacchia. O casal está à frente da Crefisa, empresa do setor de crédito, e também possui investimentos na área educacional por meio da Faculdade das Américas (FAM). As empresas foram patrocinadoras do Palmeiras por cerca de uma década, até o encerramento do acordo no fim de 2024.
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Empresária também aparece entre os grandes patrimônios
No ranking geral, Leila fica atrás de alguns dos nomes mais ricos do país. A primeira colocação pertence a Eduardo Saverin, cofundador do Facebook, com patrimônio estimado em R$ 162,9 bilhões. O empresário também mantém investimentos ligados ao esporte e integra, por meio de um consórcio, o grupo que adquiriu participação no Liverpool, da Inglaterra.
Entre as mulheres, a liderança é de Vicky Sarfati Safra e família, vinculadas ao Banco Safra, com patrimônio estimado em R$ 130,6 bilhões. Na sequência aparecem Luana Lopes Lara, da Kalshi, com R$ 13,4 bilhões, e Ana Lúcia de Mattos Barretto Villela, ligada ao Itaú Unibanco, com R$ 11,9 bilhões. Leila surge posteriormente, com os R$ 4,9 bilhões calculados pela Forbes.
Para elaborar o levantamento, a Forbes utiliza informações públicas e auditadas e considera, entre outros critérios, o valor de participações empresariais negociadas no mercado acionário, tomando como referência os preços registrados no fechamento de 30 de junho de 2026. O cálculo pode não contemplar integralmente bens privados, como imóveis, obras de arte, aeronaves e embarcações, quando não existem dados públicos confiáveis.