Quem passou pelo Rio Piracicaba nos últimos dias pode perceber a redução do volume de água. O nível do manancial chegou a 1,09 metro e, nesta quinta-feira (27), apresentou uma pequena elevação, para 1,13 metro, segundo dados do Sistema de Alerta a Inundações de São Paulo (SAISP).
A vazão também permanece baixa. O registro desta quinta-feira ficou próximo de 24 metros cúbicos por segundo (m³/s). Para facilitar a compreensão, esse volume corresponde à passagem de aproximadamente 24 mil litros de água pelo rio a cada segundo, o equivalente à capacidade de 24 caixas-d'água de mil litros.
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Apesar de o número parecer alto, a vazão vem apresentando redução nos últimos dias. O menor registro chegou a 22,85 m³/s. A queda ocorre em um período de estiagem e reduz a quantidade de água circulando pelo leito do rio.
Rio depende da volta das chuvas
A situação está relacionada à ausência de chuvas significativas na região. Com menos precipitação, o volume de água que chega ao rio diminui, refletindo diretamente nos índices de nível e vazão.

Além da redução do volume, a menor circulação de água pode favorecer a concentração de poluentes no manancial. O cenário também mantém a atenção sobre as condições do Rio Piracicaba durante o período de estiagem.
Para os próximos dias, a previsão meteorológica não indica chuva significativa em Piracicaba. A expectativa é de que as precipitações voltem a ocorrer apenas na próxima semana.
Até lá, o nível do rio pode continuar oscilando conforme as condições climáticas e a quantidade de água que chega à bacia hidrográfica. Nesta quinta-feira, o aumento de 1,09 metro para 1,13 metro representa uma pequena recuperação, mas ainda não altera o cenário de baixo volume registrado nos últimos dias.
Vazão teve mínima de 22,85 m³/s
A vazão é um dos indicadores utilizados para acompanhar a quantidade de água que passa pelo rio em determinado período. No caso do Rio Piracicaba, os registros recentes mostram uma redução no fluxo.

O menor índice citado no período foi de 22,85 m³/s. Já o registro atual está próximo de 24 m³/s. A diferença entre os números representa uma pequena recuperação, mas o volume continua condicionado à falta de chuvas.
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