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Mosquito da dengue pode transmitir doença fatal aos pets; Veja

Por Da redação - JP1 |
| Tempo de leitura: 2 min
Reprodução
Veterinários alertam que cães e gatos não pegam dengue, mas podem sofrer com outras enfermidades associadas ao Aedes aegypti.
Veterinários alertam que cães e gatos não pegam dengue, mas podem sofrer com outras enfermidades associadas ao Aedes aegypti.

A preocupação com o mosquito da dengue costuma estar ligada aos riscos para as pessoas, mas os animais de estimação também podem ser afetados pela presença do Aedes aegypti. Embora cães e gatos não desenvolvam dengue, o inseto pode participar da transmissão de doenças perigosas para os pets.

Entre elas está a dirofilariose, conhecida popularmente como “verme do coração”. A enfermidade é considerada uma das mais preocupantes para a saúde animal por atingir órgãos importantes e, em situações mais graves, colocar a vida dos bichinhos em risco.

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A dirofilariose é provocada pelo parasita Dirofilaria immitis, que pode ser carregado por diferentes espécies de mosquitos, incluindo o transmissor da dengue. Após a picada, as larvas entram no organismo do animal e iniciam um processo de desenvolvimento que pode alcançar o coração, os pulmões e os vasos sanguíneos.

Os cães são os principais afetados, mas os gatos também podem contrair a doença. Como os sintomas costumam surgir apenas quando o problema já está avançado, muitos casos acabam sendo descobertos tardiamente, aumentando as chances de complicações.

Prevenção faz toda a diferença

Entre os sinais que podem indicar a presença da doença estão tosse frequente, dificuldade para respirar, cansaço excessivo, perda de peso, desmaios e queda na disposição para atividades do dia a dia. Sem tratamento adequado, a enfermidade pode evoluir para insuficiência cardíaca e até levar o animal à morte.

Veterinários reforçam que os pets não pegam dengue, zika ou chikungunya. O verdadeiro risco está em outras doenças transmitidas por mosquitos, motivo pelo qual o combate ao Aedes aegypti também beneficia a saúde animal. Eliminar recipientes com água parada, manter caixas-d’água fechadas, higienizar quintais e utilizar repelentes ou coleiras recomendados por profissionais estão entre as medidas mais eficazes para proteger cães e gatos.

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