A morte da jovem Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 24 anos, durante um salto de rope jump na Ponte do Esqueleto, em Limeira, na região de Piracicaba, ganhou um agravante que revoltou testemunhas e moradores da região. Os responsáveis pela atividade abandonaram o local logo após o acidente.
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Segundo informações registradas no boletim de ocorrência, Maria Eduarda saltou acreditando que todos os equipamentos de segurança estavam corretamente instalados. No entanto, a corda que deveria sustentá-la não estava conectada ao sistema, provocando uma queda de aproximadamente 40 metros.
Após o impacto, que causou a morte da jovem ainda no local, testemunhas relataram momentos de desespero. O que mais chamou a atenção, porém, foi a atitude dos organizadores da atividade, que teriam deixado a ponte antes mesmo da chegada das equipes de resgate e da polícia.
A fuga dos responsáveis aumentou a revolta de familiares, amigos e internautas. Para muitas pessoas, além da suposta falha que resultou na morte da jovem, a saída do local após a tragédia demonstra despreparo e falta de responsabilidade diante da gravidade da situação.
Os envolvidos foram localizados posteriormente pelas autoridades e acabaram presos. Agora, a Polícia Civil investiga as circunstâncias do caso e busca esclarecer como uma falha considerada básica nos procedimentos de segurança pôde terminar em uma tragédia tão devastadora.
O caso causou grande comoção nas redes sociais, onde milhares de pessoas cobram justiça para Maria Eduarda e punição rigorosa aos responsáveis.