A Copa do Mundo de 2026 começou nesta quinta-feira (11) cercada por expectativas, projeções e palpites sobre quem levantará a taça em julho. Enquanto a competição dá seus primeiros passos, as previsões feitas por modelos estatísticos e jornalistas internacionais apontam um cenário desafiador para a Seleção Brasileira. No momento da publicação desta matéria, o México vence a África do Sul por 1 a 0 no jogo de abertura do torneio.
Entre os principais levantamentos divulgados antes da bola rolar, a Espanha aparece como a equipe com mais chances de conquistar o título mundial. Já o Brasil surge fora do grupo dos maiores favoritos, ocupando posição intermediária nas projeções e ficando atrás de algumas das principais potências do futebol internacional.
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Espanha lidera corrida pelo título
De acordo com o supercomputador da Opta, responsável por milhares de simulações da competição, a seleção espanhola inicia a Copa como a principal candidata ao troféu. O levantamento apontou 16,1% de probabilidade de título para a atual campeã europeia, desempenho superior ao de todas as demais seleções participantes.
Na sequência aparecem França, com 13%, Inglaterra, com 11,2%, e Argentina, campeã da edição de 2022, com 10,4%. O Brasil ocupa posição mais modesta, com 6,6% de chances de conquistar o hexacampeonato. O índice deixa a equipe comandada por Carlo Ancelotti atrás até mesmo de Portugal, que recebeu 7% de probabilidade de levantar a taça. Já os países-sede — Estados Unidos, México e Canadá — somam juntos apenas 2,7% de chances de vencer o torneio.
Especialistas reforçam favoritismo europeu
A avaliação de jornalistas espalhados por diferentes países segue a mesma linha das projeções estatísticas. Em uma consulta realizada antes do início da competição, Espanha e França dominaram as apostas para campeã. Juntas, as duas seleções receberam 16 dos 19 votos dos especialistas, consolidando-se como as principais candidatas ao título.
Embora não seja vista como favorita absoluta, a Seleção Brasileira ainda desperta respeito entre os analistas. Sete dos profissionais consultados apontaram o Brasil como semifinalista da competição. No campo individual, Raphinha foi lembrado como possível destaque do torneio, enquanto Endrick apareceu entre os nomes cotados para o prêmio de melhor jogador jovem. Ainda assim, a percepção geral é de que a Amarelinha precisará superar as expectativas para voltar ao topo do futebol mundial e encerrar o jejum de títulos que já dura mais de duas décadas.