O Tribunal de Justiça de São Paulo determinou a prisão preventiva dos policiais militares acusados de envolvimento na morte de Gabriel Junior Oliveira Alves da Silva, ocorrida em abril de 2025, no Vila Sônia em Piracicaba.
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A decisão foi tomada pela 8ª Câmara de Direito Criminal, que revogou em 27 de maio a liberdade provisória concedida anteriormente aos dois agentes Segundo o acórdão, há indícios suficientes de autoria, além da gravidade dos fatos investigados e do risco de interferência na apuração do caso.
De acordo com o processo, uma testemunha relatou ter sofrido intimidações, circunstância que pesou na decisão dos desembargadores.
Acusações graves
O processo ainda inclui acusação de fraude processual. Para os magistrados, medidas cautelares alternativas não seriam suficientes para garantir a ordem pública e o andamento das investigações.
Com a nova decisão, foram expedidos mandados de prisão preventiva contra os policiais.
O caso continua em tramitação na Justiça e os acusados terão direito à ampla defesa e ao contraditório durante o processo.