VIOLÊNCIA

Mulher esfaqueia cabeleireiro após não gostar de corte de cabelo

Por Da redação - JP1 |
| Tempo de leitura: 2 min
Reprodução/Redes Sociais
Discussão por resultado de procedimento capilar termina em facada e caso vai parar na polícia.
Discussão por resultado de procedimento capilar termina em facada e caso vai parar na polícia.

Um episódio de violência chocou funcionários e clientes de um salão localizado na Avenida Marquês de São Vicente, na Barra Funda, Zona Oeste de São Paulo, na tarde de terça-feira (5). Uma mulher de 27 anos foi presa após atacar um cabeleireiro com uma faca enquanto ele atendia outra cliente.

Imagens de segurança registraram o momento em que a agressora se aproxima do profissional, que estava de costas, e o golpeia. A ação foi rapidamente interrompida por pessoas que estavam no local, incluindo seguranças, que conseguiram contê-la antes que a situação se agravasse.

Apesar do susto, o cabeleireiro, de 29 anos, sofreu apenas um ferimento leve nas costas e não corre risco. Ainda assim, o caso gerou forte repercussão pela gravidade da atitude.

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Insatisfação com o corte virou caso de polícia

De acordo com informações apuradas, a mulher teria procurado o salão dias após realizar um procedimento capilar, demonstrando insatisfação com o resultado, especialmente com a franja. Ela também alegou ter sofrido danos no cabelo por conta de um procedimento químico anterior.

Antes da agressão, a cliente teria tentado contato com o estabelecimento, sem retorno imediato, o que contribuiu para o aumento da tensão. Ao retornar ao local, passou a agir de forma hostil e exigiu soluções, culminando no ataque.

A Secretaria da Segurança Pública informou que a Polícia Militar foi acionada e a suspeita acabou detida no local, onde confessou o crime. O caso foi registrado como lesão corporal e ameaça, sendo encaminhado ao Juizado Especial Criminal.

A defesa do cabeleireiro discorda da tipificação e sustenta que a conduta pode ser enquadrada como tentativa de homicídio, considerando a forma e o contexto da agressão. O profissional permanece abalado, mas fora de perigo.

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