A cinebiografia Michael começou sua trajetória nos cinemas com números expressivos e discussões intensas. O longa já ultrapassou a marca de US$ 206,4 milhões em arrecadação global, consolidando-se como a 2ª maior estreia do ano até agora e impulsionando o interesse do público pela história do Rei do Pop.
Segundo dados divulgados pelo site Deadline, o filme somou US$ 111,4 milhões em 82 territórios fora da América do Norte, além de US$ 95 milhões no mercado norte-americano. O desempenho coloca a produção atrás apenas de Super Mario Galaxy: O Filme, que lidera o ranking com US$ 372,5 milhões na semana de estreia.
Entre os filmes live-action, no entanto, Michael assume a liderança, superando Devoradores de Estrelas, que registrou US$ 140,9 milhões em sua estreia internacional.
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Bastidores, polêmicas e escolhas narrativas
Dirigido por Antoine Fuqua e estrelado por Jaafar Jackson, sobrinho do cantor, o filme percorre a trajetória de Michael Jackson desde os tempos do Jackson 5 até o auge da fama nos anos 1980. Apesar da abordagem abrangente, a produção opta por não incluir episódios mais delicados da vida do artista, como as acusações de abuso sexual surgidas nos anos 1990. A escolha narrativa gerou repercussão e contribuiu para a divisão de opiniões entre público e crítica.
Nos bastidores, o projeto também enfrentou entraves legais envolvendo nomes próximos ao cantor. Janet Jackson não autorizou o uso de sua imagem, enquanto Diana Ross acabou sendo retirada da versão final por questões jurídicas.