A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) decidiu barrar a inclusão do termo “Brasa” no uniforme da seleção, após a repercussão negativa gerada pela campanha publicitária associada ao novo kit. A entidade optou por reforçar a identidade tradicional da equipe, mantendo referências diretas ao nome “Brasil” e às cores oficiais.
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Recuo após críticas
A expressão fazia parte de uma estratégia de marketing desenvolvida pela fornecedora esportiva, mas não chegou a ser oficialmente incorporada ao uniforme de jogo. Diante da reação do público e de debates nas redes sociais, a atual gestão da CBF optou por não seguir adiante com a proposta.
A decisão foi tomada após avaliação interna e análise da repercussão inicial, considerada suficiente para indicar rejeição significativa por parte dos torcedores.
Identidade preservada
Desde o início da nova gestão, a entidade tem adotado uma postura mais cautelosa em relação a mudanças visuais na seleção. A prioridade, segundo a CBF, é preservar elementos históricos e culturais que identificam a equipe nacional, como o tradicional verde e amarelo.
A discussão sobre identidade ganhou força recentemente, especialmente após especulações sobre alterações mais ousadas no uniforme, incluindo novas cores.
Relação com patrocinadora
A campanha com o slogan “Vai, Brasa!” seguirá restrita às ações publicitárias da marca esportiva, sem impacto direto nas peças utilizadas pelos jogadores em campo. A CBF destacou a importância do alinhamento prévio com parceiros comerciais para evitar novos episódios de desgaste.
Com a decisão, a entidade busca encerrar a polêmica e reafirmar um posicionamento mais conservador em relação à imagem da seleção brasileira, especialmente em ano de Copa do Mundo.