O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), aparece na liderança isolada das intenções de voto para a disputa ao governo estadual em 2026. É o que indica a mais recente pesquisa do instituto Paraná Pesquisas, divulgada na terça-feira (14), que avaliou diferentes simulações de primeiro turno com possíveis adversários.
O estudo ouviu 1.680 eleitores em 86 municípios paulistas, entre os dias 9 e 12 de outubro. A margem de erro é de 2,4 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
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Liderança consolidada nos cenários testados
Em todos os quadros analisados, Tarcísio mantém desempenho elevado, sempre próximo ou acima da marca dos 50% das intenções de voto, o que indica possibilidade de vitória ainda no primeiro turno, dependendo da configuração da disputa.
Em um dos cenários, o governador soma 48,3%, abrindo larga distância sobre o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), que aparece com 27,2%. A deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) surge na sequência, com 9,5%.
Disputa com nomes do PT e do PSB
Quando o adversário testado é o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), Tarcísio atinge 50,1%, enquanto o petista registra 25,1%. Erika Hilton mantém desempenho semelhante, com 8,8%, seguida por Paulo Serra (PSDB).
Em outro recorte, o governador amplia ainda mais a dianteira e chega a 52,7%, contra 12,6% do ministro do Empreendedorismo, Márcio França (PSB), e 11,7% de Erika Hilton. Outros nomes, como Alexandre Padilha (PT) e Felipe D’Avila (Novo), aparecem com percentuais menores.
Indecisos e votos inválidos
Os índices de votos em branco, nulos ou nenhum variam entre 6% e 8%, enquanto o grupo de eleitores que não soube ou preferiu não opinar fica em torno de 4% a 5%, dependendo do cenário apresentado.
Retrato do momento político paulista
Os números reforçam o favoritismo de Tarcísio de Freitas no atual cenário pré-eleitoral e indicam dificuldades para a oposição reduzir a distância neste momento. Apesar de ainda faltar mais de um ano para o início oficial da corrida eleitoral, a pesquisa sinaliza um quadro confortável para o governador, especialmente diante da fragmentação dos possíveis adversários.