O afogamento chocante que parou o Wet’n Wild nesta quarta-feira (14) e resultou na morte do salva-vidas Guilherme da Guerra Domingos, de apenas 24 anos, líder da equipe, ocorreu durante um ato de boa vontade, mas de alto risco. Ele mergulhou na atração Water Bomb para recuperar a aliança de uma turista, mas acabou sendo sugado pelo ralo do brinquedo, ficando preso e se afogando.
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Equipes de resgate foram acionadas imediatamente, mas, apesar dos esforços para salvar o jovem, ele não resistiu e foi declarado morto. O corpo foi levado ao Instituto Médico Legal (IML) de Jundiaí, e o velório e sepultamento ocorrerão hoje em Bragança Paulista, onde residia.
O parque permanece fechado enquanto as autoridades investigam o acidente. Em nota, a administração lamentou profundamente a morte de Guilherme e afirmou que está prestando apoio à família.
Frequentadores do parque e moradores da região estão em choque com a tragédia que poderia ter sido evitada. A fatalidade levanta novas dúvidas sobre a segurança de brinquedos aquáticos e o rigor dos protocolos de emergência.