ATAQUE BRUTAL

Linchada: grávida morre após apanhar e ser queimada viva

Por Bia Xavier - JP |
| Tempo de leitura: 2 min
Reprodução

Uma mulher grávida de 28 anos morreu após sofrer agressões violentas e ter o corpo incendiado em via pública em Itapevi, na Região Metropolitana de São Paulo. O caso, que causou comoção pela brutalidade, está sendo investigado pela Polícia Civil, que busca identificar os responsáveis pelo ataque.

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Vítima foi socorrida em estado gravíssimo

A vítima foi localizada na Avenida Leda Pantalena, no bairro Jardim Portela, ainda com vida, mas em estado crítico. Ela apresentava queimaduras em mais de 70% do corpo e diversos sinais de violência física. Equipes da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros foram acionadas e prestaram os primeiros atendimentos no local.

Após o resgate, a mulher foi encaminhada ao Hospital Geral de Itapevi. Apesar dos esforços da equipe médica, ela não resistiu à gravidade dos ferimentos e morreu na manhã de terça-feira (6).

Suspeita de furto teria motivado agressões

De acordo com relatos colhidos pelos policiais no local, testemunhas afirmaram que a mulher teria sido acusada de cometer um furto em um comércio próximo. A partir dessa suspeita, ela teria sido cercada, agredida e, posteriormente, queimada.

As circunstâncias exatas do crime ainda estão sendo apuradas. A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo informou que diligências estão em andamento para esclarecer a dinâmica dos fatos e identificar os envolvidos.

Investigação busca identificar agressores

O caso foi registrado como morte suspeita na Delegacia de Polícia de Itapevi. A polícia analisa imagens, ouve testemunhas e trabalha para apurar se houve participação de múltiplos agressores, além de confirmar a motivação do crime.

A investigação também deve avaliar se o episódio se caracteriza como linchamento, prática criminosa que envolve punição coletiva e é considerada uma grave violação dos direitos humanos.

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