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'Gisele se matou com a minha arma', diz tenente-coronel preso

Por Da redação | São Paulo
| Tempo de leitura: 1 min
Reprodução

“Minha esposa se matou com a minha arma.”

A afirmação foi feita pelo tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, de 53 anos, durante audiência de custódia junto ao TJM (Tribunal de Justiça Militar), após sua prisão pela morte da esposa, a policial militar Gisele Alves Santana, de 32 anos.

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A versão apresentada pelo oficial é descartada pela polícia, que, por meio de provas periciais, concluiu que ele matou a esposa e tentou fazer parecer um suicídio.

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O tenente-coronel, que é nascido em Taubaté e atuou no Vale do Paraíba durante décadas, foi detido na manhã da última quarta-feira (18), em São José dos Campos, e teve a prisão mantida pelo Tribunal de Justiça Militar de São Paulo. Ele é investigado por feminicídio duplamente qualificado e fraude processual.

Ainda no depoimento, o oficial afirmou ter se sentido pressionado durante o procedimento, especialmente pela presença de jornalistas no momento da prisão. “Eu estava me sentindo constrangido com a quantidade de imprensa”, declarou.

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Prisão mantida e investigação em andamento

Após a audiência, a Justiça Militar decidiu manter a prisão preventiva do oficial. Ele segue custodiado e à disposição da Justiça. De acordo com a investigação, há suspeitas de manipulação da cena do crime, o que pode ter dificultado a coleta de provas no local.

Após o procedimento, o tenente-coronel passou mal e precisou de atendimento médico.

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