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Anvisa suspende venda de paracetamol por suspeita de mofo

Por Da redação - JP1 |
| Tempo de leitura: 2 min
Imagem: Magnific
A Anvisa orienta consumidores a verificarem se possuem o paracetamol afetado antes de utilizá-lo.
A Anvisa orienta consumidores a verificarem se possuem o paracetamol afetado antes de utilizá-lo.

Quem tem o medicamento Paramol 750 mg (paracetamol) em casa deve ficar atento. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a suspensão da venda, da distribuição e do uso de uma apresentação do produto após identificar comprimidos com sinais que indicam possível contaminação por bolor. A decisão foi publicada nesta quinta-feira (30), no Diário Oficial da União.

A medida também prevê o recolhimento das unidades afetadas, fabricadas pela Belfar Ltda. Segundo a agência reguladora, a ação tem caráter preventivo para evitar que consumidores utilizem um medicamento que possa apresentar comprometimento na qualidade.

A orientação é que quem possui o produto confira o número do lote informado pela Anvisa e interrompa imediatamente o uso caso a embalagem esteja entre as atingidas pela decisão.

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O que levou à suspensão

Durante a avaliação do medicamento, a Anvisa identificou comprimidos com sujidades e características compatíveis com a presença de bolor, um tipo de fungo que pode indicar falhas nas condições de fabricação, armazenamento ou conservação do produto. Diante da constatação, o órgão decidiu retirar a apresentação do mercado até que a situação seja resolvida.

O Paramol 750 mg é um medicamento indicado para aliviar dores leves e moderadas e reduzir a febre, sendo amplamente utilizado pelos brasileiros. Por isso, a recomendação é que os consumidores verifiquem cuidadosamente a embalagem antes de continuar o tratamento.

A suspensão envolve especificamente o lote 114053, da apresentação com 200 comprimidos, produzida pela Belfar Ltda. Até o momento, não há determinação para recolhimento de outros lotes ou apresentações do medicamento.

O que o consumidor deve fazer

Quem identificar que possui o medicamento afetado deve interromper o uso e procurar orientação de um médico ou farmacêutico para avaliar a substituição por outro produto adequado ao tratamento.

Em relação ao ressarcimento, a Anvisa informa que os consumidores podem entrar em contato com o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) da Belfar Ltda., responsável por prestar as orientações sobre a devolução e a troca do medicamento.

A decisão reforça a importância de acompanhar os alertas emitidos pelos órgãos de vigilância sanitária e de sempre observar as condições da embalagem e dos comprimidos antes do uso. A publicação da medida no Diário Oficial da União oficializa o recolhimento e busca reduzir riscos à saúde dos consumidores.

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