A presença de animais silvestres como quati e saruê em áreas urbanas tem se tornado cada vez mais comum, especialmente em regiões onde há fácil acesso a restos de alimentos e lixo mal acondicionado.
Especialistas alertam que esses animais não devem ser alimentados, tocados ou capturados pela população. O contato direto pode causar estresse nos bichos, além de representar riscos sanitários tanto para os animais quanto para os seres humanos.
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De acordo com orientações ambientais, a convivência segura com a fauna silvestre depende principalmente de atitudes simples no dia a dia. O descarte correto do lixo e o respeito aos horários da coleta são medidas essenciais para evitar a aproximação desses animais em bairros residenciais.
Quando o lixo é deixado exposto ou armazenado de forma inadequada, ele se torna uma fonte fácil de alimento, o que incentiva a permanência dos animais em áreas urbanas. Esse comportamento pode alterar o ciclo natural das espécies e aumentar a ocorrência de conflitos com moradores.
A recomendação é clara: manter distância e não interferir na rotina da fauna silvestre. Em caso de avistamento de animais feridos ou em situação de risco, a orientação é acionar órgãos ambientais ou equipes de resgate especializadas.
Proteger a fauna também é manter distância, uma atitude simples que ajuda a preservar o equilíbrio ambiental nas cidades.