FATALIDADE

Testemunha relata retirada de GoPro de jovem morta; VEJA

Por Will Baldine | Jornal de Piracicaba |
| Tempo de leitura: 1 min
Reprodução
Uma testemunha do acidente que resultou na morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, afirmou ter visto um funcionário da empresa responsável por retirar uma câmera presa ao corpo
Uma testemunha do acidente que resultou na morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, afirmou ter visto um funcionário da empresa responsável por retirar uma câmera presa ao corpo

Uma testemunha do acidente que resultou na morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, afirmou ter visto um funcionário da empresa responsável pela atividade retirar uma câmera presa ao corpo da jovem após a queda. O caso ocorreu no sábado (13), durante a prática de rope jump em Limeira, no interior de São Paulo.

Segundo as informações divulgadas, Maria Eduarda foi lançada para o salto sem estar conectada à corda de segurança. A falha ocorreu durante os procedimentos realizados pela equipe responsável pela atividade. A jovem sofreu uma queda de aproximadamente 40 metros.

Saiba mais:

Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foram acionadas e prestaram atendimento no local, mas a vítima não resistiu aos ferimentos.

Entre as pessoas que aguardavam para realizar o salto estava o coordenador pedagógico Rafael Goulart. Ele informou que fazia parte de um grupo de cerca de 80 participantes que havia agendado a atividade previamente.

De acordo com Rafael, a procura pelos saltos era alta e as reservas precisavam ser feitas com antecedência. Ele também relatou ter presenciado o momento em que um funcionário se aproximou do corpo da vítima após o acidente.

Em entrevista, Rafael afirmou que viu o funcionário retirar uma câmera GoPro que estava com Maria Eduarda no momento da queda.

"A gente olhava lá para baixo e estava o corpo da menina. Eles estavam preocupados em tirar a câmera do pescoço dela e da mão dela. Não sei se era para esconder provas ou por causa do valor do equipamento. Independentemente do motivo, não deveriam ter mexido", declarou.

O caso é investigado pela Polícia Civil, que apura as circunstâncias do acidente e as possíveis responsabilidades dos envolvidos.

Comentários

Comentários