LAVAGEM DE DINHEIRO

PF prende pai de Daniel Vorcaro em nova fase de operação

Por | da Rede Sampi
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Reprodução/Redes sociais via Metrópoles
Henrique foi preso em Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, e levado para a sede da PF na capital mineira.
Henrique foi preso em Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, e levado para a sede da PF na capital mineira.

A Polícia Federal prendeu nesta quinta-feira (14) o empresário Henrique Vorcaro, pai de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, durante a sexta fase da Operação Compliance Zero. A investigação apura suspeitas de corrupção, lavagem de dinheiro e crimes contra o Sistema Financeiro Nacional.

Leia mais: Elo de Flávio Bolsonaro e Vorcaro gera apreensão de bolsonaristas

Henrique Vorcaro foi alvo de um dos sete mandados de prisão preventiva autorizados pelo ministro do STF André Mendonça, com aval da Procuradoria-Geral da República. Ele foi preso em Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, e levado para a sede da PF na capital mineira.

Segundo a investigação, Henrique é suspeito de participação em um esquema de ocultação patrimonial e lavagem de dinheiro ligado às movimentações financeiras atribuídas ao grupo investigado. A PF afirma que a empresa Multipar, presidida por ele, movimentou mais de R$ 1 bilhão entre 2020 e 2025 em operações ligadas ao núcleo de Daniel Vorcaro.

A operação também cumpriu 17 mandados de busca e apreensão em São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. A Justiça determinou ainda bloqueio de bens e afastamento de servidores públicos.

De acordo com a PF, uma delegada foi afastada das funções e um agente federal acabou preso sob suspeita de repassar informações sigilosas para Daniel Vorcaro.

Os investigadores apontam que a ação mira integrantes do grupo chamado “A Turma”, descrito como uma estrutura usada para monitorar autoridades, intimidar críticos e obter dados sigilosos em favor do banqueiro.

A Compliance Zero investiga fraudes financeiras envolvendo o Banco Master e o BRB. Segundo a PF, o esquema incluía criação de carteiras de crédito sem lastro para inflar balanços e gerar liquidez artificial no mercado financeiro.

Com informações do Metrópoles.

Comentários

1 Comentários

  • jaques campos 8 horas atrás
    A turma- Grande organização criminosa associada ao clâ bolsonaro e seus puxa sacos.