A Raízen permanece entre as 10 empresas com maior faturamento do Brasil em 2025, ocupando a 8ª posição em um ranking que reúne gigantes de diferentes setores. O levantamento considera companhias listadas na B3, a principal bolsa de valores do país, responsável pela negociação de ações e outros ativos financeiros.
No topo da lista, a liderança segue com a Petrobras, que alcançou receita de R$ 497,5 bilhões, seguida pela JBS, com R$ 480 bilhões. Na 3ª posição aparece o Itaú Unibanco, que somou R$ 350,7 bilhões em receita ao longo do ano.
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A 4ª colocação ficou com o Banco do Brasil, com R$ 304,3 bilhões, enquanto o Bradesco aparece em 5º lugar, com faturamento de R$ 233,3 bilhões. Na sequência, a Vale ocupa a 6ª posição, com R$ 213,5 bilhões, seguida pela Vibra, em 7º lugar, com R$ 188,7 bilhões.
A Raízen aparece na 8ª posição, com receita de R$ 181,6 bilhões, consolidando sua presença entre as maiores empresas do país. Já a Marfrig ocupa o 9º lugar, com R$ 175,5 bilhões, enquanto o Santander Brasil fecha o ranking na 10ª posição, com R$ 161,3 bilhões.
Setores estratégicos dominam o ranking
A composição da lista evidencia o protagonismo de setores-chave da economia brasileira. Instituições financeiras, empresas de energia e companhias do ramo alimentício concentram grande parte das maiores receitas, refletindo tanto a força do consumo quanto a relevância da exportação e da produção de commodities.
Mesmo em um ambiente de forte concorrência, a permanência da Raízen entre as dez maiores receitas do país reforça sua consistência operacional e seu papel estratégico no mercado de energia e biocombustíveis. O desempenho mantém a empresa em destaque entre os principais nomes do cenário corporativo brasileiro.