DISPUTA ESQUENTANDO!

Caiado é escolhido pelo PSD como pré-candidato à presidência

Por Redação/JP1 |
| Tempo de leitura: 2 min
O presidente do PSD, Gilberto Kassab, afirmou que a escolha de Ronaldo Caiado como pré-candidato à Presidência
Divulgação/PSD
Divulgação/PSD

O presidente do PSD, Gilberto Kassab, afirmou que a escolha de Ronaldo Caiado como pré-candidato à Presidência foi baseada em critérios estratégicos. Segundo ele, o governador de Goiás reúne as melhores condições dentro do partido para alcançar o segundo turno das eleições e disputar diretamente contra adversários de peso no cenário nacional.

A declaração foi feita durante evento do setor financeiro, onde Kassab reforçou que o objetivo da sigla é competitividade eleitoral.

Críticas ao cenário político atual

Kassab também avaliou os últimos governos federais, destacando pontos positivos e negativos. Ele reconheceu avanços sociais na gestão de Luiz Inácio Lula da Silva, mas criticou a condução econômica e citou episódios de corrupção.

Ao comentar o período de Jair Bolsonaro, o dirigente foi duro ao avaliar a atuação durante a pandemia, classificando o momento como negativo e apontando isso como fator de rejeição.

Disputa interna e pressão por outros nomes

A definição por Caiado não ocorreu sem resistência. O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, chegou a ser defendido por economistas influentes e lideranças de centro, mas acabou preterido pela cúpula do partido.

Leite, inclusive, criticou a decisão e afirmou que a escolha reforça a polarização política no país. Já Ratinho Júnior, governador do Paraná, optou por retirar sua pré-candidatura após avaliar riscos políticos em seu estado.

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Alternativa à polarização

Apesar de rejeitar o rótulo de “terceira via”, Kassab afirmou que Caiado representa uma opção diferente para o eleitorado brasileiro. Segundo ele, a intenção é apresentar um nome que ainda não teve oportunidade na Presidência, mas que possui histórico de gestão considerado positivo.

Cenários regionais e sucessão

Enquanto a disputa nacional se intensifica, os bastidores estaduais também se movimentam. Em Goiás, Caiado deve deixar o cargo, abrindo espaço para o vice Daniel Vilela assumir o governo.

No Sul, a situação é mais incerta. Eduardo Leite avalia permanecer no cargo até o fim do mandato, o que pode impactar diretamente o cenário eleitoral no estado e a estratégia de seu grupo político.

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