A Associação dos motoristas particulares do interior do estado de são Paulo (AMPIESP) declarou apoio ao Projeto de Lei nº 51/2025, que propõe isenção do IPVA para motoristas de aplicativo no estado de São Paulo. A proposta está em análise na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (ALESP), que é o órgão responsável por criar e votar leis estaduais.
Categoria pressiona por alívio fiscal
Segundo a entidade, o imposto é um dos principais custos enfrentados pelos profissionais que utilizam o carro como ferramenta de trabalho. A cobrança anual impacta diretamente a renda e a viabilidade da atividade, especialmente diante da alta de despesas com combustível e manutenção.
Representantes da categoria afirmam que a medida pode trazer mais equilíbrio financeiro e garantir melhores condições para quem atua no transporte por aplicativo.
O que prevê o projeto
A proposta busca reduzir a carga tributária sobre os motoristas devidamente regulamentados, além de incentivar a formalização da atividade. A expectativa é que a medida também contribua para fortalecer o setor e melhorar a oferta de serviços de mobilidade urbana.
Entre os possíveis impactos estão:
- Redução de custos para os profissionais
- Estímulo à regularização
- Melhoria nas condições de trabalho
- Fortalecimento do transporte por aplicativo
- Impacto na mobilidade urbana
Políticas voltadas ao setor podem refletir diretamente na qualidade do serviço prestado à população. Com menos custos, motoristas tendem a manter seus veículos em melhores condições e ampliar a oferta de corridas.
A discussão também levanta o debate sobre justiça tributária e o papel do poder público na regulamentação de novas formas de trabalho.

VER MAIS
- Entregar IR antes ou depois? Veja o que compensa
- Uber pode aumentar corridas no Brasil e motivo preocupa motorista
- Renovar CNH pode levar INSS a revisar benefícios por incapacidade
- Clique aqui e receba, gratuitamente, as principais notícias da cidade, no seu WhatsApp, em tempo real.
Próximos passos
A AMPIESP informou que pretende participar ativamente das discussões sobre o projeto, colaborando com dados e estudos e acompanhando a tramitação na ALESP.
A expectativa é que o tema avance nas próximas etapas legislativas, com possível impacto direto sobre milhares de motoristas.