IMPASSE NO IMPOSTO

Governadores dizem não a Lula e não baixam ICMS de combustíveis

Por Will Baldine | Jornal de Piracicaba |
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Reprodução
Segundo os governos estaduais, os cortes acabaram sendo absorvidos ao longo da cadeia de distribuição
Segundo os governos estaduais, os cortes acabaram sendo absorvidos ao longo da cadeia de distribuição

Em meio à possibilidade de paralisação de caminhoneiros, governadores decidiram não reduzir o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre combustíveis neste momento.

A decisão foi anunciada após reunião entre representantes dos estados. De forma unânime, os gestores afirmaram que reduções anteriores do imposto não resultaram em queda de preços ao consumidor final. Segundo os governos estaduais, os cortes acabaram sendo absorvidos ao longo da cadeia de distribuição.

Saiba mais:

Os governadores apontam que o preço dos combustíveis está relacionado à política adotada pela Petrobras e às variações do mercado internacional. Entre os fatores citados está a oscilação do petróleo influenciada por conflitos no cenário externo, incluindo a guerra no Irã.

De acordo com os estados, a redução do ICMS neste momento teria impacto direto na arrecadação pública. A avaliação é que a medida poderia gerar perda de receita sem garantia de redução nos valores cobrados nos postos.

Os governos estaduais defendem que o debate sobre os preços dos combustíveis deve considerar fatores além da tributação, incluindo a formação de preços e as condições do mercado internacional.

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