SEGUNDO ADIAMENTO

Taubaté: audiência sobre dissídio da Prefeitura é adiada de novo

Por Sessão Extra | Taubaté
| Tempo de leitura: 2 min
Divulgação/CMT
Audiência pública, que deve ser realizada na Câmara e será comandada por vereador governista, já havia sido transferida de 29 de abril para 22 de maio, e agora passou para 28 de maio
Audiência pública, que deve ser realizada na Câmara e será comandada por vereador governista, já havia sido transferida de 29 de abril para 22 de maio, e agora passou para 28 de maio

Novo adiamento
Foi adiada, mais uma vez, a audiência pública que deve ser realizada na Câmara de Taubaté para debater o dissídio dos servidores da Prefeitura.

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Audiência
Inicialmente, a audiência estava prevista para 29 de abril e foi transferida para 22 de maio. Agora, passou para o dia 28 desse mês. O novo adiamento foi anunciado na sessão dessa terça-feira (12), pelo vereador Dentinho (PP).

Sindicato
"Chegou até mim, extraoficial, que eu gosto de falar com documento na mão, mas então pelo menos extraoficial eu posso dizer, que o Sindicato [dos Servidores] entregou ao Executivo uma proposta de 9,3% ou 9,43% de aumento para o servidor, mais R$ 500, eu não sei se é de saúde, auxílio-saúde ou auxílio-alimentação, e mais de R$ 300, que seria de auxílio-alimentação ou saúde. Seriam 9,36% mais esses R$ 800", disse Dentinho.

Prefeitura
"Diante dessa informação [sobre o sindicato], eu procurei o Executivo. 'Tem uma audiência pública marcada para o dia 22 para decidir o dissídio. O Executivo fechou o valor, fechou aquilo que pensa?' O Executivo: 'não, nós não fechamos ainda, e vereador, eu peço para o senhor mais uma semana. Não passa do dia 28, por favor. Dia 28 é a data limite para nós do Executivo fecharmos esse índice e sentarmos para conversar e discutir'. Então, servidor da Prefeitura de Taubaté, eu coloquei um ofício transferindo [a audiência] do dia 22 para o dia 28", justificou Dentinho, que é da base aliada ao governo do prefeito Sérgio Victor (Novo).

Dissídio
A data-base do funcionalismo é o mês de maio, mas até agora o governo Sérgio não se manifestou sobre o tema. Para aumentar a insegurança dos servidores, em março o prefeito editou um decreto de ajuste fiscal que colocou em xeque a concessão do reajuste salarial esse ano - em 2025, no primeiro ano da atual gestão, já não houve revisão geral nos vencimentos.

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