Painel
Mais um prato muito gostoso e interessante enviado por uma aluna dos cursos de culinária do SESI de nossa cidade. Hoje é com a Neusa Augusta do Nascimento, que dá a receita do Purê de Legumes.
Ingredientes
1 xícara de chá de casca de abacaxi
4 xícaras de chá de mandioquinha picada
2 xícaras de chá de cenoura picada com casca
1 xícara de chá de chuchu picado
2 xícaras de chá de brócolis
1 xícara de chá de talos de brócolis
1 colher de sopa de margarina
1 dente de alho picado
Sal a gosto
Modo de fazer
Lave o abacaxi com o auxilio de uma escovinha, descasque e corte as cascas em cubos pequenos. Cozinhe as cascas até ficarem macias. Escorra e reserve. Utilize a água do cozimento para enriquecer um suco e a polpa do abacaxi em outra preparação. Cozinhe a mandioquinha, a cenoura e o chuchu, ate que fiquem macios. Escorra e reserve. Afervente os brócolis e os talos, escorra e pique bem miudinho. Reserve. Bata no liquidificador a casca de abacaxi até formar um creme. Adicione a mandioquinha, a cenoura, o chuchu e bata mais um pouco. Reserve. Em uma panela aqueça a margarina, doure o alho e refogue os brócolis e os talos de brócolis. Acrescente o creme do liquidificador, e misture bem. Tempere com sal e sirva quente.
Sabe a piada do viajante? Não? Quando ele voltar, ele te conta*** E agora, falando sério, vamos anunciando mais uma ala da Torcida Uniformizada do Painel*** começando pelo amigo Wanderlei Cintra Ferreira (e não Silveira, como saiu domingo)*** quem também lê esse espaço são: Pedro Mogiana, João Tozzi, Zé Ferreira, Marcelo e Baba, que estiveram reunidos na semana começando a bebemorar o aniversário do Pedrão*** E mais: essa coluna é lida também pelo Antônio Augusto e Maria Odila*** Rita e Luciano, do setor de marketing da Skol-Rizatti*** Sebastião Barcelos também é meu leitor*** e mais, muitos mais***
Para a reflexão deste domingo, um provérbio chinês: “A pessoa que consegue remover uma montanha começa tirando pequenas pedras!”
Começo hoje homenageando com um beijão minha esposa Maria Aparecida, que estará de idade nova no próximo dia 29. Também no mesmo dia, a sobrinha Júlia Lopes Rodrigues, a amiga Lourdinha (Noivas) Barbosa, o amigo Marcelo Caixa d’Água e Karen Borges. Hoje é aniversário da Débora Paulino Sanches; amanhã, 24, do sobrinho João Marcelo Ribeiro Rodrigues, do amigo Luciano Duarte, de Sílvio Uberabinha e da primeira-dama Diva Faleiros Rocha. Dia 25, Pâmela Ortiz F. Sanches. Dia 26, dona Nenê Ewbank Seixas e o maestro Laércio Piovesan... Abraçando também a colega Sandra Lima, que aniversariou quarta-feira. Tudo de bom a todos!
O aniversário dos 48 anos da Rádio Difusora, que acontece no mês de junho, será comemorado tendo as festas juninas como tema. A festança está marcada para o terrenão aos fundos da sede do GCN. Vai ter dança de quadrilha, duplas sertanejas e barracas típicas, numa movimentação que acontece nos dias 4 (sexta), 5 (sábado) e 6 (domingo) de junho. Para entrar na folia, basta que os interessados troquem um quilo de alimento não perecível nos pontos de captação de classificados do jornal Comécio da Franca. Vamos nos encontrar por lá.
Diretoria local da CTBC recebeu a imprensa para um almoço na quinta-feira, no Boteco do Lu, quando foi apresentado o novo produto da empresa, um pacote de telefonia fixa, internet e TV por assinatura, que começa a ser comercializado amanhã. Encontro informal e agradável, quando o gentleman Luís Felipe de Abreu se despediu dos amigos (solicitou transferência para o Rio de Janeiro) e agora é substituído, na diretoria regional em Franca, pelo jovem Márcio de Jesus, que veio de Uberlândia. E já assumiu.
Já que a maioria das ruas do município foi consertada, incluindo até recapeamento, seria bom que a Prefeitura cuidasse também de consertar ou colocar placas com nomes, para ninguém ficar perdido, perguntando por todo o bairro onde fica tal rua ou avenida. Se não estou enganado, a última vez que isso aconteceu foi na administração do Ary Balieiro, há mais de vinte anos. Então, tá na hora.
O amigo Ademir Sebastião de Souza, da Nena Viagens, tem o costume de caminhar levando um bastão especial, que serve para se defender, especialmente de cães ferozes. Ele até prometeu trazer um igual para as minhas caminhadas.E lembrou ainda que isso é norma e até exigência a quem faz aquele famoso percurso de Santiago de Compostela. Diz ele que os peregrinos que se arriscam a andar sem levar o bastão ou cajado, acabam sendo mordidos. Aqui em Franca já está quase tão perigoso.
A respeito daquele comentário nosso aqui na coluna sobre vandalismo nas praças e calçadões centrais, encontrei-me na manhã de domingo passado com o Ismar Tavares, que me garantiu: vai lixar os bancos, retirando as pichações, mas admite que se não houver vigilância logo estarão emporcalhados novamente. Como acontece com a concha acústica. Outra medida vai ser impedir a circulação de bicicletas no interior da praça. Por isso é que insistimos com a guarda municipal: tem que haver um trabalho conjunto.
Quando da restauração da praça N.S. da Conceição, foram feitas duas armações para serem cobertas por uma planta trepadeira, formando os caramanchões. Já era para estarem completos, bonitos e oferecendo sombra naqueles bancos. Houve um imprevisto na chamada guia ou isca e a planta não se estendeu. Segundo ainda o Ismar Tavares, os responsáveis pela jardinagem devem refazê-las.
Muitas pessoas dependem do Hospital do Coração ou Hospital do Câncer e nem sempre dispõem de carro próprio para levá-las ou buscá-las, assim como seus familiares, para uma visita. São essas pessoas que estão reclamando de duas coisas: primeiro, a colocação de mais linhas que atendam aos hospitais. A espera, em alguns casos relatados, chegou a uma hora. E ainda: o abrigo para passageiros não protege da chuva como deveria. Ficam aí, então, as solicitações dos usuários. E que a empresa se manifeste.
Os leitores gostaram da nota falando sobre espaços reservados para motoristas idosos ou deficientes, que registramos semana passada. E alertamos que os idosos precisam se cadastrar junto à secretaria municipal de trânsito. Fui alertado por um fiscal da área azul de que os deficientes também têm que se cadastrar. Motivo: alguns espertalhões compram adesivo de deficiente, colocam no carro, estacionam e saem andando na maior tranquilidade. Em razão disso, eles também precisam procurar a secretaria.
É assustador o número de ocorrências de trânsito na cidade com vítimas fatais ou seriamente atingidas. Recentemente, numa palestra que assistimos proferida pelo soldado Rubim, do Corpo de Bombeiros, ele afirmou que a esmagadora maioria envolve motoqueiros, registrando-se vários atendimentos por dia com o Resgate da corporação. Tudo isso ocorre apesar de Franca ser uma cidade dotada de boa sinalização, mas que na maioria das vezes é desrespeitada. Os abusos, tais como ultrapassagens indevidas, excesso de velocidade e avanço de sinal vêm provocando essa sequência triste de acidentes. Um médico amigo nosso comentava dia desses que seria interessante incluir nas exigências para tirar a habilitação, que motoqueiros passassem pelo menos uma noite num plantão médico, em pronto-socorro ou hospital, para conhecer a situação em que alguns deles chegam para serem atendidos. Infelizmente a maioria pensa que os acidentes só vão acontecer com os outros e só quando sofre na própria pele é despertado para o perigo que representam a pressa e a imprudência no trânsito. Casos semelhantes ocorrem com ciclistas e quando são ocorrências de maior violência, o estrago no corpo é completo. Nunca é demais deixar um alerta como este, mostrando-se a necessidade de campanha permanente. Quem se locomove em duas rodas precisa se conscientizar do perigo constante.
Os amigos Antônio Augusto Nunes de Souza e Maria Odila mandam esta foto, tirada no interior da agência do antigo Banco Arthur Scatena, lá pelo ano de 1958. Da esquerda para a direita, alguns dos que foram identificados: Salim Tabah, Antônio Augusto, Marivaldo, José Lourenço, Bonaguri, Joca, Cassiano, Vadão, Zé Marcos, Eduardo de Paula, João Carlos Gonçalves, Faleiros, Caetano, as moças Magda e Célia e sentados à frente, Ed Silva, Chiquito Balieiro e Antônio Sanches. Algum outro que você identifica?
Um professor de Matemática quis fazer uma gozação com seus alunos e anunciou um problema a ser resolvido:
— Um avião saiu de Nova York com uma velocidade de 800 km por hora, umidade relativa de 66 por cento e temperatura a 20,4 graus centígrados. A tripulação era composta de 5 pessoas e levava 98 passageiros. A pergunta é: quantos anos eu tenho?
Os alunos ficaram sem entender nada e calados. Lá no fundo, o Joãozinho levantou a mão e arriscou:
— O senhor tem 44 anos, professor!
O professor muito surpreso falou:
— É impressionante. Eu tenho mesmo 44 anos. Mas como você adivinhou?
— Por dedução. Eu tenho um primo que é meio babaca e ele tem 22 anos!