Painel
A receita de hoje é transmitida por Diva Chiareli Menezes, integrante da equipe do Paulu’s Restaurante, que inclusive fornece as refeições para os funcionários do GCN Comunicação (Comércio da Franca e Rádio Difusora). Ela ensina a fazer a Berinjela de Forno. Anotem:
Ingredientes
4 beringelas grandes
2 pimentões
3 cebolas
5 tomates
200 gramas de mussarela
2 latas de extrato de tomate
Modo de fazer
Corte a beringela com a casca e tempere a gosto. Em seguida empane a beringela e frite em óleo quente. Prepare o molho vermelho com o extrato de tomate. Depois de pronto acrescente o tomate picadinho. Corte os pimentões e a cebola em fatias. Em uma assadeira coloque um pouco de molho vermelho e monte as camadas da seguinte forma: uma de beringela, outra de cebola e pimentão e uma camada de mussarela ralada. Repita o processo até o final. Ao terminar de montar coloque bastante molho vermelho e termine com mussarela. Cubra com o papel alumínio e leve ao forno em temperatura de 290 graus durante 10 minutos.
Volto a alertar: Franca pode ter mais candidatos do que votos para deputado federal e não eleger ninguém. Cuidado*** e agora, vamos a mais uma ala da Torcida Uniformizada do Painel*** que conta com Luís Aurélio Prior, que assumiu a direção administrativa da Santa Casa*** Zezé e Silvano Queiroz*** Sebastião Barcelos... Abrão Dagher*** palmeirense Marcos Foroni*** Babá, da Praça Barão, que mudou de idade no dia 25*** Waldvar Pereira, diretor da Academia Washington (curso de inglês) que foi inaugurada durante a semana*** Dilmar A. Campos e Daniel Frank, do Escritório Pires***e mais, muitos mais***Começamos hoje com este maravilhoso e verdadeiro provérbio: “A cura do crime não é a cadeira elétrica, mas a cadeira de bebê!”
Dia desses uma ouvinte da Difusora manifestou-se revoltada contra vizinhas suas que têm o costume de varrer a calçada de suas casas empurrando a sujeira para dentro do bueiro que, por consequência, fica sempre entupido. Deveria ser votada uma lei municipal que determinasse a aplicação de multas em quem for pego nessa prática. Só de anunciar a disposição de multar talvez já intimide um pouco quem tem esse péssimo costume.
Estamos abraçando alguns amigos e leitores que celebram idade nova esta semana, começando hoje por dona Quita, mamãe do prefeito Sidnei Rocha, e também o amigo Antônio Carlos Franchini (da Fors). Na terça-feira, minha cunhada Antônia Sanches Maniglia e o sobrinho Uriel Meira Maniglia. Na quarta-feira, Humberto Lanza e Luma Pedro Garcia, filha do Helinho e da Cristiane, que completa o primeiro ano de vida. Na quinta-feira, Celso Antônio Dias. Sábado próximo será a vez do vice-prefeito Ary Pedro Balieiro e dos jovens Caetano e Vinícius, filhos do meus amigos Luís Cláudio Barsotelli e Regina. Um abraço e tudo de bom a eles.
Entrou em vigor no dia 1º a Nota Fiscal Eletrônica para a indústria calçadista, eliminando os antigos talonários de papel. A primeira providência foi adquirir o certificado digital com um programa de computador gratuito fornecido pelo governo. Fábricas maiores podem optar por um programa especial. Esse documento auxiliar da nota fiscal eletrônica (Danfe) é passado de empresa para empresa via e-mail. Assim, a informação já cai na Receita Federal. Não tem como escapar. A Associação dos Escritórios de Contabilidade, a Acif e a CDL e podem tirar qualquer dúvida.
Falando ainda de nota fiscal eletrônica: as indústrias, por exemplo, terão que cadastrar os produtos classificando-os por número de referência. Acabou aquela história de tirar meia-nota. O preço de um pedido deverá bater com os demais naquela referência. Só de anunciar a mudança e as empresas começarem a se adequar, o Estado teve um aumento de 20 por cento na arrecadação. E espera chegar aos 70 por cento de aumento. Até uma possível notificação de multa será enviada por e-mail, citando a divergência em tal nota fiscal e seu produto respectivo.
Inaugurado em 8 de julho de 1972, na gestão do então prefeito José Lancha Filho, o Corpo de Bombeiros de Franca completa em breve 38 anos de atividades entre nós. Conta atualmente com um efetivo de três oficiais (um capitão e dois tenentes), dois sub-tenentes, seis sargentos, oito cabos, quarenta e nove soldados e dois temporários, sob o comando do Capitão Alexandre Luís dos Santos. Dentre as milhares de ocorrências atendidas, eles destacam o violento incêndio na indústria química Policouro, em 11 de outubro de 1977, quando diversos bombeiros saíram feridos. Os bombeiros de Franca recebem cerca de 300 ligações por dia, gerando em média 20 ocorrências das mais diferentes situações, predominando o serviço de resgate em acidentes de trânsito, sendo que a grande maioria envolve motoqueiros. Uma das principais dificuldades é o número elevado de trotes telefônicos, com chamadas irresponsáveis, fazendo deslocar viaturas que poderiam estar socorrendo verdadeiramente algum ferido. O Dia do Bombeiro foi comemorado na sexta-feira, 2 de julho. Queremos juntar nosso abraço a todos os seus integrantes, com o reconhecimento pelo trabalho destemido de ajuda à população, muitas vezes arriscando a própria vida. Por isso também os bombeiros estão entre os profissionais mais respeitados e confiáveis. Com justíssima razão. A todos eles, nossos parabéns!
Marcada para o próximo sábado, 10 de julho, uma das mais tradicionais e concorridas festas da região, a da capela do Caetetu, proximidades de Ribeirão Corrente, pela estrada que começa pouco antes de Cristais Paulista. É no estilo inteiramente familiar: começa às 17h30 com procissão em torno da capela e celebração de missa, seguida de animadíssimo leilão de prendas. Todos os anos nós costumamos assinar o livro de presença. Festa de pessoal simples e animado. Vale à pena.
A Prefeitura aguarda o desenrolar do processo licitatório de um convênio com o Estado para dar início às obras de reforma do terminal rodoviário do Jardim América. Realmente, aquele local carece de um profundo retoque em suas instalações, para conforto dos usuários, colocando carrinhos para transporte de malas, bancos confortáveis de espera, entre outras medidas. Quem chega de ônibus e vê a atual rodoviária já fica com uma péssima impressão da cidade. Que a reforma saia logo.
Já que foi proibida a distribuição de panfletos e jornaizinhos nas esquinas da cidade, até para evitar a sujeira de papéis nas ruas, por que não dar um jeito também de dificultar a mesma prática de enfiá-los em caixas de correspondências, portões das casas e parabrisas de carros? E mais: será que alguém acredita que as pessoas guardam para ler esses folhetos? Duvido muito. É só acúmulo de sujeira.
Feac e Divisão de Esportes deviam aproveitar o embalo da Copa do Mundo e incrementar suas escolinhas esportivas, aumentando consideravelmente o número de participantes. Com isso, a garotada dexaria as ruas e se reuniria nos campinhos, quadras, piscinas e pistas, desde que houvesse um trabalho motivador por parte dos professores e técnicos desportivos. Além de oferecer uma atividade saudável, novos talentos podem ser descobertos. Esta, aliás, é a principal função da Prefeitura. Já as equipes profissionais devem se manter com seus patrocínios.
Na foto, pertencente a Heloísa Helena de Mello Franco, o fundador do Comércio, José de Mello (identificado com o número 17), e seus familiares: 1- Décio Nascimento (genro, casado com Letice), 2- Jarbas de Andrade Franco (genro, casado com Laura), 3- Maria de Mello (filha), 4- Neila (sobrinha de Irene), 5- Irênio Grecco (cunhado), 6- Terezinha de Mello Cunha (filha), 7- Maria Helena de Mello (neta), 8- José Benedito de mello (filho), 9- Geraldo Borges de Freitas (genro), 10- Ana Irene de Mello Franco (neta), 11- Letice de Mello Nascimento (filha), 12- Maria Laura de Mello Franco, 13- Laura de Mello Franco (filha), 14- Heloísa Helena de mello Franco (neta), 15- Irene Greco de Mello (esposa), 16 - (não identificado), 17- José de Mello, 18- José Roberto de Mello Neto, 19- Maria Amélia Capolupo (nora, casada com José Benedito), 20- José Eduardo de Mello (neto), 21- Helena de Mello Freitas (filha), 22- Luís Fernando de Mello Freitas (neto), 23- José Geraldo de Mello Freitas (neto), 24- José Gabriel de Mello Franco (neto), 25- Sebastião Expedito de Mello Freitas (neto) e 26- Thomas Afonso (neto)
O rapaz aleijadinho, por não ter as duas pernas, arranjou um carrinho de rolemã e sentado nele circulava pela sua pequena cidade. Costumava ficar na porta da igreja aos domingos pedindo uma ajuda dos fiéis que chegavam. O padre percebeu que,quando ele estava ali, a coleta da missa era bem menor que nos outros dias. Pediu então ao sacristão que fosse falar com o rapaz e pedir que ele permanecesse em outro local, distante da igreja. Não adiantou. O aleijadinho insistia em ficar na porta, onde lhe rendia bom dinheiro.
Irritado, o padre foi pessoalmente falar com ele:
— Olha aqui,se você continuar pedindo esmolas aqui na porta da igreja, Deus vai te castigar, está ouvindo?
O rapazinho deu de ombros e respondeu ao padre:
— Só falta Ele me tirar o carrinho de rolemã...