Painel

 

Todo final de semana a Família Olien Sanches costuma reunir-se na casa do Wilsinho e Maria de Lourdes, tendo como prato preferido esta galinhada, que hoje o leitor e amigo Marlon ensina a fazer. Ele é palmeirense, mas todas as torcidas podem preparar que vão gostar.


Ingredientes

1 frango (2,5 kg)
10 espigas de milho
Salsinha, cebola e cebolinha a gosto.


Modo de Fazer

Cozinhar o frango por 20 minutos. Após cozido retire o frango, deixe escorrer e reserve o caldo (água que se juntou durante o cozimento). Desfie o frango e reserve. Refogue o milho com cinco dentes de alho e sal a gosto. Na sequência adicione o frango reservado e vá refogando junto com o milho. Em seguida, em uma panela de pressão, despeje a mistura refogada, junte o caldo do frango que estava reservado e adicione também duas cebolas cortadas em rodelas. Leve ao fogo por vinte minutos. Desligue, junte a salsinha e a cebolinha e reserve.


Ingredientes Arroz

7 copos americanos de arroz lavado e escorrido
14 copos de água
Tempero a gosto


Modo de Fazer.

Refogue o arroz e acrescente a água. Assim que começar a ferver vá observando para não deixar queimar. Assim que a água secar, retire o arroz (que ficará soltinho) do fogo e misture com o frango e o milho. Sirva à vontade. Rendimento: cerca de 15 pessoas.


24/10/2010

Torcida Uniformizada do Painel

Sabe qual a cantiga de ninar que a Dilma detesta ouvir?*** “Serra, serra, serrador, serra o papo da vovó”***e vamos ao pessoal da Torcida Uniformizada do Painel*** destacando aniversariantes da semana. Amanhã, Kênia B. Sanches***Victor de Andrade***José de Freitas Del Monte*** Na terça-feira, Carlos Brigagão*** Eduardo Del Lama*** na quarta, Sônia Machiavelli C. Neves, presidente do Conselho de Administração do Grupo GCN*** meu neto Luís Felipe*** Betinho Finardi*** na quinta: Gilmar Dominicci*** Gabriel Siciliani*** e, no próximo sábado, Rubens Hungria Cecci*** Ademir Dutra*** Cidinha salgadeira, do Portinari*** um abraço a todos eles***
Frase verdadeira de Karl Mannheim: “O que se faz agora com as crianças é o que elas farão depois com a sociedade”!


24/10/2010

Festas em novembro

Queridos colegas de comunicação e amigos, Patrícia e Jovassi (aos quais envio daqui um abraço) nos convidam para as festas que promoverão em novembro. Dia 19 será a vez da querida Patrícia realizar evento, no Castelinho. E no dia 29, o Jovassi fará a entrega do troféu Dono da Bola. Promete ter como convidados especiais o ex-jogador Cafu e os cantantes Milionário e José Rico. Anotado.
 


Com a aproximação das festas e férias de final de ano, quando as represas da região, especialmente Rifaina, recebem grande número de turistas, vale alertar para que as autoridades de fiscalização observem e controlem principalmente jovens arriscando-se em lanchas, barcos e jet-skys. É uma medida necessária até como forma de proteger os banhistas, que podem ser atingidos por uma dessas embarcações, pilotadas sem habilitação e, algumas vezes, até por pessoas alcoolizadas. Olho vivo.


24/10/2010

A evolução do S. Joaquim

A festa em comemoração aos 20 anos do Hospital e Maternidade São Joaquim foi muito bem prestigiada, reunindo grande número de médicos e familiares, imprensa e amigos. Conversando com eles, soubemos que até fevereiro do ano que vem o São Joaquim estará dotado do setor de hemodinâmica, capaz de realizar até cirurgias cardíacas. Esta semana foi lançado oficialmente o check-up day e entregue o aparelho de litotripsia.


24/10/2010

Dúvida: aplaudir ou não o Hino Nacional?

Deputado federal Vanderlei Macris apresentrou projeto sobre a postura a ser adotada durante a execução do Hino Nacional
Deputado federal Vanderlei Macris apresentrou projeto sobre a postura a ser adotada durante a execução do Hino Nacional

Existe uma polêmica sobre aplaudir ou não o Hino Nacional, após ser executado ou cantado. Particularmente, sempre entendi que deve ser aplaudido, até porque ninguém me provou o contrário com algum motivo convincente ou lei. Nas pesquisas que fiz, descobri que o deputado federal Vanderlei Macris chegou a apresentar um projeto de Lei 4.756/09, já em fase conclusiva, para acabar com essa confusão, que vem da época dos militares, estabelecendo atitude respeitosa, de pé e em silêncio, durante a execução do hino. Mas como os aplausos só ocorrem depois de terminada a execução, fica claro que constituem manifestação legítima, que não fere o disposto na lei. A Casa Civil do governo do Paraná é mais clara ainda, ao citar que não há na legislação que diga que o aplauso é proibido. Destaca também que nos casos de simples execução instrumental, tocar-se-á a música integralmente, mas sem repetição. Nos casos de execução vocal, serão cantadas as duas partes do poema. Quando há interpretação solo, a plateia não canta junto, mas apenas quando é cantado por um coro todos cantam, normalmente acompanhando a gravação. Se alguém dispuser de argumento mais convincente em contrário a este, pode manifestar-se, mas continuo com idêntica opinião da Câmara dos Deputados, assim como a Casa Civil do Paraná: o aplauso é uma manifestação de aprovação e ninguém aplaude o que não gosta. Fica, portanto, evidente que devemos sim, aplaudir o Hino Nacional, após a sua execução.


24/10/2010

Posse no Lions em 1966

A colaboração desta vez chega através do Antônio Carlos Betarello e mostra a solenidade de posse de seu pai, Mário Betarello, na presidência do Lions Clube de Franca, no ano de 1966. Da esquerda para a direita, dona Adelaide T. Betarello, o então repórter radiofônico Sidnei Rocha, sr. Mário, o repórter Paulo Jorge e sentado logo depois, à mesa, o então prefeito Lancha Filho. A foto do saudoso Eumafe mostra o jantar servido no famoso Salão Rosa do Hotel Francano.


24/10/2010

Três nacionalidades

O loirinho aí da foto, Nick Maniglia Lauritzen, completou um ano semana passada e conta com três nacionalidades. Nasceu no México, onde reside com seus pais, Ted (que é sueco) e Talita, francana, filha de Antônio Marcos de Mello e Cristina Maniglia de Mello. O garoto é bisneto de Miguel Maniglia Júnior e Antônia Sanches Maníglia. Poderoso o garotão.


O sujeito desabafa com o psiquiatra:
— Ai, doutor, eu estou ficando louco! Minha mulher é uma loira linda, 1, 75 de altura, olhos verdes, seios fantásticos... Perfeita!
— Bem, até aí não vejo problema algum...
— Calma, doutor, vou explicar. Ela me deixa maluco porque todas as noites ela costuma ir ao Bar do Pedro e fica dando bola para os homens. O primeiro que vai falar com ela, minha mulher já sai com o camarada. Não estou aguentando mais isso. O que é que eu faço?
— Relaxe... respire fundo... inspire lentamente uma, duas, três vezes...
— Pronto, doutor, já me sinto mais relaxado. E agora ?
— Agora me diga: onde fica exatamente esse bar do Pedro?