Painel
Todo final de semana a Família Olien Sanches costuma reunir-se na casa do Wilsinho e Maria de Lourdes, tendo como prato preferido esta galinhada, que hoje o leitor e amigo Marlon ensina a fazer. Ele é palmeirense, mas todas as torcidas podem preparar que vão gostar.
Ingredientes
1 frango (2,5 kg)
10 espigas de milho
Salsinha, cebola e cebolinha a gosto.
Modo de Fazer
Cozinhar o frango por 20 minutos. Após cozido retire o frango, deixe escorrer e reserve o caldo (água que se juntou durante o cozimento). Desfie o frango e reserve. Refogue o milho com cinco dentes de alho e sal a gosto. Na sequência adicione o frango reservado e vá refogando junto com o milho. Em seguida, em uma panela de pressão, despeje a mistura refogada, junte o caldo do frango que estava reservado e adicione também duas cebolas cortadas em rodelas. Leve ao fogo por vinte minutos. Desligue, junte a salsinha e a cebolinha e reserve.
Ingredientes Arroz
7 copos americanos de arroz lavado e escorrido
14 copos de água
Tempero a gosto
Modo de Fazer.
Refogue o arroz e acrescente a água. Assim que começar a ferver vá observando para não deixar queimar. Assim que a água secar, retire o arroz (que ficará soltinho) do fogo e misture com o frango e o milho. Sirva à vontade. Rendimento: cerca de 15 pessoas.
Sabe qual a cantiga de ninar que a Dilma detesta ouvir?*** “Serra, serra, serrador, serra o papo da vovó”***e vamos ao pessoal da Torcida Uniformizada do Painel*** destacando aniversariantes da semana. Amanhã, Kênia B. Sanches***Victor de Andrade***José de Freitas Del Monte*** Na terça-feira, Carlos Brigagão*** Eduardo Del Lama*** na quarta, Sônia Machiavelli C. Neves, presidente do Conselho de Administração do Grupo GCN*** meu neto Luís Felipe*** Betinho Finardi*** na quinta: Gilmar Dominicci*** Gabriel Siciliani*** e, no próximo sábado, Rubens Hungria Cecci*** Ademir Dutra*** Cidinha salgadeira, do Portinari*** um abraço a todos eles***
Frase verdadeira de Karl Mannheim: “O que se faz agora com as crianças é o que elas farão depois com a sociedade”!
Queridos colegas de comunicação e amigos, Patrícia e Jovassi (aos quais envio daqui um abraço) nos convidam para as festas que promoverão em novembro. Dia 19 será a vez da querida Patrícia realizar evento, no Castelinho. E no dia 29, o Jovassi fará a entrega do troféu Dono da Bola. Promete ter como convidados especiais o ex-jogador Cafu e os cantantes Milionário e José Rico. Anotado.
Com a aproximação das festas e férias de final de ano, quando as represas da região, especialmente Rifaina, recebem grande número de turistas, vale alertar para que as autoridades de fiscalização observem e controlem principalmente jovens arriscando-se em lanchas, barcos e jet-skys. É uma medida necessária até como forma de proteger os banhistas, que podem ser atingidos por uma dessas embarcações, pilotadas sem habilitação e, algumas vezes, até por pessoas alcoolizadas. Olho vivo.
A festa em comemoração aos 20 anos do Hospital e Maternidade São Joaquim foi muito bem prestigiada, reunindo grande número de médicos e familiares, imprensa e amigos. Conversando com eles, soubemos que até fevereiro do ano que vem o São Joaquim estará dotado do setor de hemodinâmica, capaz de realizar até cirurgias cardíacas. Esta semana foi lançado oficialmente o check-up day e entregue o aparelho de litotripsia.
Existe uma polêmica sobre aplaudir ou não o Hino Nacional, após ser executado ou cantado. Particularmente, sempre entendi que deve ser aplaudido, até porque ninguém me provou o contrário com algum motivo convincente ou lei. Nas pesquisas que fiz, descobri que o deputado federal Vanderlei Macris chegou a apresentar um projeto de Lei 4.756/09, já em fase conclusiva, para acabar com essa confusão, que vem da época dos militares, estabelecendo atitude respeitosa, de pé e em silêncio, durante a execução do hino. Mas como os aplausos só ocorrem depois de terminada a execução, fica claro que constituem manifestação legítima, que não fere o disposto na lei. A Casa Civil do governo do Paraná é mais clara ainda, ao citar que não há na legislação que diga que o aplauso é proibido. Destaca também que nos casos de simples execução instrumental, tocar-se-á a música integralmente, mas sem repetição. Nos casos de execução vocal, serão cantadas as duas partes do poema. Quando há interpretação solo, a plateia não canta junto, mas apenas quando é cantado por um coro todos cantam, normalmente acompanhando a gravação. Se alguém dispuser de argumento mais convincente em contrário a este, pode manifestar-se, mas continuo com idêntica opinião da Câmara dos Deputados, assim como a Casa Civil do Paraná: o aplauso é uma manifestação de aprovação e ninguém aplaude o que não gosta. Fica, portanto, evidente que devemos sim, aplaudir o Hino Nacional, após a sua execução.
A colaboração desta vez chega através do Antônio Carlos Betarello e mostra a solenidade de posse de seu pai, Mário Betarello, na presidência do Lions Clube de Franca, no ano de 1966. Da esquerda para a direita, dona Adelaide T. Betarello, o então repórter radiofônico Sidnei Rocha, sr. Mário, o repórter Paulo Jorge e sentado logo depois, à mesa, o então prefeito Lancha Filho. A foto do saudoso Eumafe mostra o jantar servido no famoso Salão Rosa do Hotel Francano.
O loirinho aí da foto, Nick Maniglia Lauritzen, completou um ano semana passada e conta com três nacionalidades. Nasceu no México, onde reside com seus pais, Ted (que é sueco) e Talita, francana, filha de Antônio Marcos de Mello e Cristina Maniglia de Mello. O garoto é bisneto de Miguel Maniglia Júnior e Antônia Sanches Maníglia. Poderoso o garotão.
O sujeito desabafa com o psiquiatra:
— Ai, doutor, eu estou ficando louco! Minha mulher é uma loira linda, 1, 75 de altura, olhos verdes, seios fantásticos... Perfeita!
— Bem, até aí não vejo problema algum...
— Calma, doutor, vou explicar. Ela me deixa maluco porque todas as noites ela costuma ir ao Bar do Pedro e fica dando bola para os homens. O primeiro que vai falar com ela, minha mulher já sai com o camarada. Não estou aguentando mais isso. O que é que eu faço?
— Relaxe... respire fundo... inspire lentamente uma, duas, três vezes...
— Pronto, doutor, já me sinto mais relaxado. E agora ?
— Agora me diga: onde fica exatamente esse bar do Pedro?