Painel
Para hoje, a receita de um prato dos mais apreciados e solicitados: Paella. Quem faz a apresentação é o maitre do Peixinhos Bar da Avenida Major Nicácio, Cristian Ferreira.
Ingredientes
2 litros de água fervida
3 kg de arroz cozido
200g de marisco
500g de frango
550g de surubim
200g de tentáculos de polvo
200g de anel de lula
Açafrão
pimenta do reino branca
folhas de louro
sal a gosto
1 cebola inteira
1 xícara (chá) de azeite
Modo de Fazer
Refogue a cebola ralada no azeite e na sequência adicione o marisco, o frango, surubim, polvo, lula e a água. Deixe cozinhar. Quando os frutos do mar já estiverem cozidos, coloque o arroz e deixe ferver por 5 minutos ou até secar a água. Agora é só servir. Rende até dez porções.
Com todas as falhas do ano passado e de agora, ENEM assim eles reconhecem que erraram*** passemos então ao pessoal da Torcida Uniformizada do Painel*** Leonel e Rosinha Aylon, ele que aniversaria amanhã*** quem muda de idade na quarta-feira é nosso colega Leandro Vaz*** Fabiano Arantes, do Chok Doce*** o advogado e escritor Tiago Faggioni Bachur*** Joaquim Elias Netto*** Marquinho Flauzino também lê a gente e aniversaria na sexta-feira*** e Wellington Mantovani, no sábado*** esta coluna também é lida pelo Francisco Antônio de Andrade, que no sábado lança seu livro “Década de Sonhos”, na sede da OAB...
Uma frase de Santo Antônio de Pádua, para a reflexão do dia: “Só te pertence aquilo que você pode levar junto na sua morte”!
Segue daqui o meu abraço a dois queridos jovens, que desde a última sexta-feira, 12, são marido e mulher. Falo do Kakalo Franchini, empresário do setor de bebidas, e a Daiana, que se uniram em cerimônia realizada no Espaço Cedro, com as bênçãos de seus pais, Antônio Carlos Franchini e Marina e José Eurípedes Oliveira Sobrinho e Lígia Cintra Oliveira (já falecida). Tudo de bom ao jovem casal.
Visitei durante a semana, em sua sala de trabalho na Editora da Universidade de Franca, meu particular amigo professor Everton de Paula. Além de suas várias atividades como mestre, jornalista e escritor, o professor Everton ainda acha que pode e deve movimentar mais e mais a mente e está decidido iniciar o Curso de Direito, lá mesmo na Unifran. Será o próximo diploma do já bastante culto Everton de Paula.
No final deste mês a Paróquia de N. S. das Graças promove sua festa tradicional, servindo inclusive para marcar os 57 anos de inauguração daquele belo templo da igreja católica, doado pelo casal Nicola e Olinda Archetti, em 27 de novembro de 1953. E mais: dia 21 de janeiro próximo comemora-se o cinqüentenário como Paróquia. Seu primeiro pároco foi o saudoso frei José Pinto Ribeiro. Hoje a paróquia é dirigida pelo Frei Ditinho.
Já falaram em proibir o uso desses guinchos metálicos em forma de esfera colocados no pára-choque dos carros. Só que caiu no esquecimento e muita gente continua usando, sem melhor serventia, a não ser o de provocar danos nos carros que estacionam logo atrás. O “barbeiro” do veículo dotado desses guinchos vai batendo e depois sai como se estivesse tudo certo.
Depois da retirada da lombada na General Teles (esquina com Mário Mazini, na Estação), carros, motos e até ônibus urbanos descem a ladeira acima da velocidade permitida, impedindo a travessia de pedestres e até de outros veículos. Tenente Buraneli adiantou que deverá ser colocado radar de controle de velocidade no local como forma de segurar um pouco motoristas e motoqueiros. Outras medidas serão tomadas no trânsito da região do Leporace já nos próximos dias.
A Prefeitura tem realizado um bom trabalho de recolha de objetos sem serventia, nos chamados arrastões da limpeza. E mesmo quando determinado bairro não está na programação e se o morador tiver vários objetos para dispensar – inclusive móveis velhos – entre outros – pode ligar para a Secretaria de Serviços Municipais (3711-9440), que eles serão recolhidos. O que não pode (e nem se deve) é atirar pneus, cadeiras e poltronas nos córregos ou terrenos baldios.
A derrota de Serra nas cidades de Minas Gerais pode ter azedado de vez o chamado café com leite para as próximas disputas. Os tucanos paulistas não engolem a recusa de Aécio Neves de ser o vice de Serra, bem como a desconfiança com que os mineiros olharam seu apoio no segundo turno. Aécio já sabia da dificuldade de vencer o Lula e quem ele indicasse, por isso ficou na sua, de olho na eleição de 2014. Permanece a dúvida: será que os paulistas vão apoiá-lo ou dar o troco?
Através do nosso correspondente Élison Fernandes, a amiga Wera manda esta colaboração, mostrando a equipe de voleibol feminino que representou o IETC nos Jogos Colegiais do ano de 1960. Em pé, da esquerda para a direita: Zélia, Lina, Marilda e Sônia Abdalla. Agachadas: Zuleica, Wera e Jane.
Falando ainda do assunto tão comentado – a ameaça de fechamento de sete escolas da cidade, sob a estranha alegação de baixa procura de matrículas –, pude sentir a revolta geral nas conversas com pessoas ligadas ao ensino e pais de alunos. De maneira particular, no tocante a dois estabelecimentos modelos e tradicionais, como as escolas “Caetano Petráglia” e “Coronel Francisco Martins”. Para ilustrar esse comentário, vou reproduzir o que me foi contado por um diretor de escola, podendo ser comprovado através de arquivo que provavelmente a EPTV, de Ribeirão Preto, mantém preservado. Há alguns anos, quando o dirigente de ensino era o professor Antônio Reginaldo Raiz, ele foi procurado por uma equipe daquela emissora de televisão que desejava filmar uma escola pública de nossa cidade, certamente para destacar diferenças entre elas e as de ensino e administração particular. O dirigente, sem ter sido informado da finalidade da reportagem, prontamente levou a equipe até a Escola Estadual “Caetano Petráglia”. Fizeram a filmagem e depois não mais tocaram no assunto e nem exibiram a matéria. Foi então que o dirigente da época perguntou a um dos repórteres por que filmaram e não exibiram as dependências da escola visitada. Ao que ele justificou:”Ora, professor, aquilo não é uma escola pública. Mais parece uma escola particular”! Pois esta foi uma das sete escolas que pretendem fechar. Só não levaram (ainda) a idéia adiante em virtude da reação dos pais e da sociedade.
Amiga chorando no ombro da outra:
— Eu sou uma infeliz, Cremilda!
— Por que, Elizângela?
— A família do homem que eu amo não aceita o nosso amor. São todos contra: o pai, a mãe, os irmãos... Até os sobrinhos... Todos mesmo!
E a amiga, tentando consolá-la:
— Compreendo. E como é que pode ter gente má assim, não é mesmo?
— Pois é... E a pior de todas é a esposa dele!