Painel
Mais uma colaboração da ouvinte e leitora assídua Maria Regina Franz di Maio, dona de casa do Jardim Higienópolis. Hoje a Maria Regina ensina a fazer um delicioso Sorvete de Creme com Banana Flambada. Experimente já neste domingo:
Ingredientes
1 bola de sorvete de creme
1 banana nanica (não muito madura)
Açúcar e canela a gosto
1/2 cálice de conhaque
1 cálice de calda de açúcar em ponto de fio
Modo de Fazer
Em um prato, coloque a bola de sorvete. Numa frigideira de teflon, aqueça 2 colheres de manteiga. Coloque a banana cortada em rodelas médias. Deixe fritar por aproximadamente dois minutos. Polvilhe açúcar e canela. Despeje o conhaque e incline e frigideira para que “pegue fogo”. Espere o fogo acabar, acrescente a calda e deixe ferver por mais dois minutos. Arrume as bananas em volta do sorvete e despeje a calda por cima da bola de sorvete. Sirva imediatamente
Obs. Porção para uma pessoa
Com as boas vindas à querida companheira e amiga Patrícia, que retorna hoje ao Comércio e Difusora, vamos também abraçando o pessoal da TUP*** que tem sempre João Rezende*** Nivaldo, lá no clube do Internacional*** Paulinho Botelho, que esteve semana passada na cidade, que costuma acompanhar a coluna, via internet, lá em Cuiabá*** quem também se liga sempre neste espaço é o amigo palmeirense Onofre Trajano*** seu sobrinho, também meu amigo, José Ricardo Rodrigues*** João Batista e Paulo Xavier, na direção da Padaria Estrela*** e mais ainda, muitos mais***
A reflexão de hoje é com a frase de F. Mauriac: “Pensamos muitas vezes que Deus não escuta nossos apelos. Na verdade, nós é que não escutamos suas respostas”!
Estamos homenageando amigos que mudam de idade esta semana, começando hoje pela Rita Rossato; amanhã, 19, é a vez do colega Gilberto Garcia, do amigo Moacir Lima de Almeida e de dona Catarina Tardivo; na terça, 20, a pioneira do Magazine Luiza, dona Luiza Trajano Donato, esposa do nosso querido Pelegrino, e o ex-vereador Wilsinho Olien Sanches; na quarta, 21, Alessa Hungria Cecci e a Keila Alves; na quinta-feira, os médicos Wilson Cunha Júnior e Domingos Cassis, além da colega Fernanda Bufoni e dona Kika, da Tapioca, e, na sexta-feira, Matheus Garcia Fernandes, o Dim, e o Onofrinho Gomes, do Supermercado Francano. Um abraço a todos eles.
Uma grande verdade é que a liberdade de cada um vai até onde começa a liberdade do outro e isso precisa ser respeitado. Um exemplo de falta de respeito, para não dizer uma demonstração de falta de classe, é o camarada ligar o som de seu veículo no ponto máximo, com músicas (?) de gosto muito duvidoso e sair por aí, como que forçando as demais pessoas a terem de ouvir aquilo. Isso quando não estacionam em frente a um bar, por exemplo, abrem a tampa do porta-malas e ficam achando que todos estão gostando embora muitos ajam como forma de provocação à vizinhança. É o que se ouve por aí, sem qualquer atitude de nossas autoridades, a começar pela Polícia Militar, que simplesmente ignora a situação. O Ministério Público até já fez reunião entre PM e alguns poucos donos desses carros, ameaçando com punições, mas parece que tudo caiu no esquecimento. Amigo nosso dizia que há poucos dias uma dessas camionetes estava com um som tão alto, ali pelos lados da Avenida Brasil, que chegava a disparar o alarme de carros que se encontravam estacionados. Vidraças de casas e de lojas tremiam em razão do ruído provocado pelo som ensurdecedor. Prefeitura e Polícia Militar dispõem de dois aparelhos decibelímetros para medir os decibéis alcançados, mas ficam engavetados nos gabinetes. Em resumo: esse barulho excessivo e desrespeitoso continua desafiando nossas autoridades. E até quando?
Uma vez já comentei sobre isso e volto a fazê-lo, chamando a atenção dos senhores vereadores. Nada mais justo, por ocasião do falecimento de algum ex-integrante daquela casa de leis, que a presidência ofereça o seu plenário para ser usado no velório, como ainda recentemente com Aníbal Moreira. É uma forma de homenagem póstuma e consideração. Em alguns casos, nem se lembram de, pelo menos enviar uma coroa de flores ou se fazer representar. O que é uma lamentável desatenção.
Um marinheiro e um pirata se encontraram num bar e começaram a relatar suas façanhas. O marinheiro notou que o pirata tinha uma perna de pau, um gancho e um tapa-olho. E pediu que ele contasse porque tinha aquilo. E o pirata foi falando:
— Durante uma tempestade uma onda me derrubou do navio. Tive que lutar com um tubarão e ele me arrancou a perna...
— E o gancho na ponta do braço?
— Foi outra história: Estávamos abordando um navio inimigo, fui cercado por quatro marinheiros, consegui matar três, mas o último me cortou a mão!
— E o tapa-olho?
— Ah, isso foi uma pomba que fez cocô no meu olho!
— Mas você perdeu o olho por causa do cocô do pombo?
— Não, mas era meu primeiro dia com o gancho!
Para conservar bem a alface, retire as folhas velhas, lave e escorra bem as boas, coloque-as dentro de um “tupperware” bem fechado e deixe na geladeira. Também vão se conservar como novas se forem guardadas na geladeira tendo por perto delas um limão partido.