Painel
Nossa ouvinte e leitora Diva Chiareli Menezes, residente no Vera Cruz, participa hoje com a receita de um delicioso Pavê de Pêssego. Então, anote e experimente fazer:
Ingredientes
1 litro de leite
1 lata de leite condensado
1 lata de pêssego em calda
3 colheres de amido de milho
1 pacote de bolacha maizena
Modo de Fazer
Recheio
Em uma panela despeje o leite, o leite condensado, o amido e um pouco de açúcar, se necessário. Leve ao fogo até engrossar e virar um mingau. Reserve.
Montagem
Passe as bolachas na calda do pêssego e reserve. Corte os pêssegos em cubos. Reserve. Em um refratário intercale uma camada de recheio, bolacha e pêssego até encher o recipiente. A última camada deverá ser de recheio coberto com pêssegos.
As escolas fizeram a semana do saco cheio. Até pensei que fosse pela entrada do horário de verão. O meu, por exemplo, já estourou*** Mas vamos esquecer o novo horário e anunciar a turma da Torcida Uniformizada do Painel*** que tem Guilherme da Catedral*** Juca da Chevrolet*** Moura Mattos, ex-delegado de polícia*** casal Edson e Maria Helena, lá da Chock Doce*** Agustinho Juliati, um dos líderes dos panificadores, que ofereceram bonita festa sábado passado no Castelinho*** Rolien Marangoni é outro que sempre acompanha estas linhas...
A propósito do Dia dos Professores, comemorado ontem, a frase de Augusto Cury: “Um professor influencia mais a personalidade dos alunos pelo que ele é do que pelo que ele sabe!”
Destacamos amigos, leitores e ouvintes que mudam de idade esta semana. Começando hoje pelo Luís Antônio Porto (Portinho) e o simpático casal Tomaz Tardivo-Catarina Tardivo, que completa 56 anos de união; na terça-feira é a vez do Ibirá de Carvalho; quarta, Pedro Afonso Cintra de Faria, Júlio Tellini e Aparecida Marques Tasso (Cidinha das lojas Zig-Zag); quinta, Rose Victal, Viviane Pagoti, Luís Fernando Borges e sr. José Vicentine, antigo marceneiro da Padre Anchieta; e por fim, no sábado, Mauri Gatti. Abraço a todos eles.
Já houve um tempo — e não faz tantos anos assim — que um professor tinha status de autoridade, como um promotor ou Juiz de Direito. Ganhava um bom ordenado, a ponto de fazer com que alguns médicos ou engenheiros dedicassem ao menos um período para dar aulas. As mocinhas, em sua grande maioria, ao terminar o antigo ginasial faziam o curso normal, formando-se professoras primárias. Era uma exigência dos pais para só depois poderem se casar com o namorado, que ficava esperando esses anos todos. Tem inclusive aquela famosa música do Adelino Moreira (Normalista, gravada pelo Nelson Gonçalves) retratando isso. Era bastante atraente a carreira de professor. Daí o nível elevado. Para se ter ideia de como os alunos respeitavam os professores, a classe toda ficava de pé quando eles pisavam na sala. Diretor, então, calava um pátio repleto de alunos só de circular por ali vez ou outra. Bons tempos aqueles que vivemos. Lamentavelmente, hoje o desrespeito é tão grande, que em vez de ficarem de pé, fazem gozação e chegam a agredir seus mestres. Nossos governantes esqueceram-se tanto da educação que hoje dar aulas transformou-se numa das profissões menos desejadas e procuradas. Mas também quem vai querer se arriscar a ser agredido por um adolescente, desses que não receberam educação, dando aulas em três períodos, e depois receber uma miséria como salário? Não dá mais. Portanto, a nossa homenagem, hoje e sempre, aos heróis do magistério que ainda restam e que são lembrados apenas durante campanhas eleitorais, através das falácias dos candidatos. Com a educação e o ensino piorando tanto, é triste imaginar como serão as próximas gerações.
Várias comemorações marcam o Dia do Médico, esta semana, no dia 20. Durante a sessão ordinária da Câmara, três profissionais da cidade serão homenageados: Kamel S. Charanek, do Hospital São Joaquim, Marcelo de Pádua Lima, da Santa Casa, e Roberto Rached Sobrinho, do Hospital Regional. Será na quinta-feira, às 10 horas. Agradeço o convite e vai daqui o meu abraço a eles.
Se os nossos vereadores têm ideia melhor para solucionar o problema do trânsito, especialmente no cruzamento das avenidas Major Nicácio e Ismael Alonso y Alonso — e também com a Champagnat — precisam apresentar, agora que recusaram a proposta do prefeito de construir um elevado. Quando estiverem prontos aqueles 500 apartamentos na área do antigo Agabê quero ver como ficará o trânsito para o acesso ao local. Será que eles têm ideia melhor? Ou teria sido apenas questão política?
Já falamos que algumas valetas precisavam ser eliminadas em certos cruzamentos do perímetro central. Uma delas, na esquina das Ruas Júlio Cardoso e Comandante Salgado, segura o trânsito, uma vez que os carros precisam quase parar no local. Alguns outros cruzamentos, como o da Rua Major Claudiano, já citado aqui, também precisam ser corrigidos.
Recebo convite para a festa de entrega de prêmios do 17º Francal Top de Estilismo, que acontecerá na próxima terça-feira, às 19h30, na sede da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção, em São Paulo. É uma das muitas realizações da Francal-Feiras, presidida pelo nosso amigo Abdalla J. Abdalla.
Como homenagem ao Dia do Professor, comemorado ontem, destacamos esta foto, com professores e funcionários do antigo IETC- Escola Torquato Caleiro — dos tempos em que o professor era respeitado e valorizado. Para que cada um identifique: aparece lá no meio o diretor Júlio César D’Elia, rodeado por mestres como Luiz Martins, Chafic Felipe, Geraldo Taveira, Lúcia Cerazo, Alfredo Palermo, Mário Latorraca, Ana Maria, Valeriano e Zoé, Pedroca, Helena Barbosa, Nicanor Xavier, Carlina, Olívia Costa, e os funcionários, Canhotinho, Major, Eurico, Vanini, entre outros que não nos lembramos do nome, mas que permanecem na nossa memória como mestres incomparáveis que foram. Tive o privilégio de ter sido aluno da maioria deles.
O cara, 54 anos de idade, recém-divorciado, sai para uma noitada na tentativa de refazer a sua vida social. Num bar, conhece uma mulher, também com cerca de 50 anos, bonita, relativamente bem conservada e uma conversa interessante. Papo vai, papo vem, o assunto chega ao sexo. Mais um pouco e ele sugere uma relação e ela se mostra interessada. Aí, ela pergunta o que ele acha de uma transa a três, tipo mãe e filha juntas.
O cara acha o máximo e diz que não tem problema, muito pelo contrário, e ela então o convida para irem à casa dela. Entram no apartamento, o cara já está mais do que excitado, ela tranca a porta e chama:
— Manhê, cheguei!