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Fazem parte também desta Torcida Uniformizada do Painel, o médico e ex-prefeito José Lancha Filho e d. Ísis, malhando todos os dias lá na In Corpore Quem também confere estas linhas, todos os domingos, é o casal José Manoel Moura Mattos e Samira Djalvo Braga Filho, do grupo dos Apaixonados por Franca, com muitas e boas fotos da Franca Antiga (pode também mandar pra cá) o Luís Gonzaga Junqueira e Regina (ele já restabelecido, firme e forte) E ainda muitos mais
Recebi há poucos dias uma postagem, via Facebook, mostrando uma matéria exibida pelo Jornal Nacional, da Globo, falando do comportamento das crianças japonesas, e que me deu, como uma amiga certa vez citou, uma santa inveja daquelas crianças. Na escola, comportam-se como nos velhos e bons tempos acontecia aqui no Brasil, em que os alunos tinham grande respeito pelos professores e colegas, mantendo a disciplina. Lá, os professores continuam a ser recebidos de pé, em silêncio e com respeito. A merenda é distribuída pelas próprias crianças, e cada uma, ao receber a embalagem, senta-se, come e depois recolhe as sobras. A limpeza do lugar também é feita por elas, assim como o pátio e o gramado da escola. Aprendendo desde pequenos, quando chegarem à idade adulta, estarão acostumados a cuidar do lugar onde estão todos os dias. Vimos isso ainda recentemente, quando da Copa do Mundo no Brasil, quando torcedores japoneses chamaram a atenção ao limpar a sujeira feita próximo do lugar onde cada um ficava. Esse comportamento é o resultado da educação que receberam, coisa que entre nós tem sido mal cuidada por nossas autoridades, mas antes de tudo, em casa mesmo, através dos pais, que deviam ser os primeiros a ensinar e a chamar a atenção para a responsabilidade de cada um, em vez de contestar e brigar com os agentes escolares. E acima de tudo, dar o primeiro exemplo. Precisamos melhorar e muito no item da educação. E quando queremos mudar alguma coisa, devemos começar por nós mesmos e por nossas casas.
No próximo final de semana, Franca viverá pela 27º vez o Hallel, evento de evangelização que ganhou projeção internacional. Será de sexta-feira a domingo, no Parque Fernando Costa, com entrada franqueada e a presença dos mais conhecidos pregadores e intérpretes de canções em forma de oração. Serão 30 missas no total, incluindo a celebração sertaneja com o padre Júnior Periquito. Espera-se a passagem de cerca de cem mil pessoas durante toda esta edição do Hallel.
Recebo atencioso e especial convite enviado para a posse da nova diretoria da APAS, nesta próxima terça-feira, em São Paulo. Trata-se da Associação Paulista de Supermercados, quando assumirá a presidência o senhor Pedro Celso, um dos líderes do segmento, que conta com 1.626 associados e 2.979 lojas. A posse está marcada para as 19 horas e será realizada no Hotel Unique, seguido de um jantar aos convidados. Registro o convite feito e agradeço muito.
O leitor e amigo, professor Toninho Marconi veio me trazer, como presente, a revista alusiva aos 100 Anos da Sociedade Esportiva Palmeiras, comemorados na terça-feira passada, 26 de agosto. Mostra todos os fatos históricos, fotos marcantes, eleição do time dos sonhos e os lances da mais moderna arena multiuso do país, praticamente pronta e que será entregue brevemente na área central de São Paulo. Os maiores ídolos e suas conquistas fazem parte dessa edição histórica.
Estive palestrando na tarde da última terça-feira, para um grupo de jovens estudantes, sobre a história do rádio de Franca. Foi no auditório da Casa da Cultura e do Artista Francano, que não foi ainda inaugurada oficialmente, mas que já recebe exposições temáticas e uma homenagem aos radialistas. Provisoriamente, algumas peças do Museu da Imagem e do Som ocupam uma das salas.
Estava apresentando meu programa diário na Difusora, quando recebi ligação de um antigo colega da comunicação, que esteve esta semana em Franca, em visita a familiares. Era o Reny Parzewsky, com quem trabalhamos no rádio na virada dos anos 60 e 70. Fizemos, na época, uma das mais acirradas disputas de audiência. Ele também foi redator do Comércio e tinha sua apreciada coluna Mini-Notas. Reny atua agora em Belo Horizonte.
Hoje o Aloísio Hilário de Oliveira... Amanhã, o colega Sérgio Roberto Salomão... Na terça, Hélio Rubens e Ary Martins... Na quarta: colega e amiga do GCN, Nelise Luques, e Edna Meneghetti Comparini... Na quinta, padre Jamil Alves... Na sexta, Bárbara Navarro Miranda, Delmo Poppi, Matheus Garcia Silva e Cristiane Pedro Garcia... Sábado, o Ted Lauritezn, lá na Suécia. Abraço.
Outra ótima colaboração chega através do leitor e amigo Flávio Newton, mostrando uma turma de alunas do antigo e saudoso Colégio N.S. de Lourdes. Era o dia 22 de agosto do ano de 1950, e as jovens eram internas do Colégio, Curso Normal. Junto da Irmã Maria Robertina estas alunas: Nandinha Rosa, Neide Beem, Odete Souza, Ivone Nogueira, Terezinha Pinto, Maria de Lourdes Nogueira, Maria de Lourdes Lourenço, Darcy Junqueira, Anita Ribeiro dos Santos, Josefa Rosa, Amália Bento e Sérgia Bento, Hilda Souza, Neuza Faleiros, Maria Aparecida Macedo, Cléa Nunes, Nadima Salomão e Maria de Lourdes Diniz (Mainha).
Quando Madre Teresa de Calcutá chegou ao céu, Jesus perguntou a ela: - “Sente fome?”
Ela acenou afirmativamente com a cabeça. Jesus então preparou um sanduíche de atum com pão de centeio e um pouco de vinho. No dia seguinte, a mesma pergunta e mais uma vez, o Mestre arrumou outro sanduíche de atum. No terceiro dia, quando Jesus preparava outro sanduíche para os dois, a Madre Teresa perguntou humildemente: - “Senhor, estou grata de me encontrar aqui com o senhor, como recompensa pela minha vida casta, honesta, regrada e devotada que levei na terra. Mas, não compreendo: Nós só comemos pão com atum, enquanto eu vejo lá embaixo, no inferno, aquele povão todo comendo à vontade, todo tipo de comida”...
E Jesus, com um suspiro, respondeu: - “Ah, Teresa, sejamos realistas. Você acha que vale a pena cozinhar aqui só para duas pessoas?”