ENVIO PARA A EUROPA

PF mira tráfico de drogas em 'detox'; esquema é ligado a Franca

Por Hevertom Talles | da Redação
| Tempo de leitura: 1 min
WhatsApp/GCN
Primeira fase da operação, em dezembro (e); e produtos apreendidos nesta terça-feira, 5 (d)
Primeira fase da operação, em dezembro (e); e produtos apreendidos nesta terça-feira, 5 (d)

A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira, 5, a segunda fase da Operação Luxemburgo, com o objetivo de combater o tráfico internacional de drogas realizado por meio de encomendas postais enviadas pelos Correios. As ordens judiciais foram expedidas pela Justiça Federal de Franca.

A ação ocorreu nos estados de São Paulo, Minas Gerais e Goiás, onde foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão e dois mandados de prisão preventiva. A Polícia Federal ainda não divulgou se mandados teriam sido cumpridos em Franca.

Segundo a PF, as investigações apontaram que os envolvidos utilizavam o serviço postal para enviar substâncias ilícitas ao exterior de forma dissimulada. Entre os produtos identificados, estão tetracaína, cafeína e fluoxetina, que eram ocultadas em mercadorias comercializadas como chás emagrecedores e suplementos alimentares do tipo “detox”.

Ainda de acordo com a corporação, as encomendas tinham como destino o país de Luxemburgo, na Europa, o que caracteriza o tráfico internacional.

Durante o cumprimento das medidas judiciais, diversos produtos foram apreendidos e serão submetidos à análise pericial, que deve auxiliar no aprofundamento das investigações.

A Polícia Federal informou que os trabalhos continuam com o objetivo de identificar outros envolvidos no esquema e ampliar a apuração sobre a atuação do grupo criminoso.

A operação é conduzida pela Polícia Federal em Ribeirão Preto, responsável pela investigação.

Em dezembro do ano passado, a PF realizou em Franca a primeira fase da operação.

Leia mais:
Empresário de Franca é alvo da PF por tráfico internacional

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários