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O saudoso médico Álvaro Azzuz, quando foi vereador, começou um movimento para instalar e fazer funcionar uma casa da mulher vitimizada em Franca, mas não chegou a ver esse sonho realizado. Depois, com o surgimento da Lei Maria da Penha, esperava-se que diminuísse o número de mulheres agredidas por seus companheiros, mas a verdade é que continuamos a acompanhar o relato de boletins de ocorrência neste sentido, e mesmo assim, grande parte das vítimas evita representar contra os agressores. E por duas razões principais: Primeiro, que elas temem represálias dos companheiros ao deixarem a cadeia, prometendo até matá-las. A maioria não dispõe de recursos materiais para sustentar os filhos e a si próprias. O sonho do então vereador Álvaro Azzuz ficou congelado, mas deveria ser encarado pelo poder público, numa parceria entre município e Estado, que têm a responsabilidade de garantir a segurança das pessoas. Uma casa para mulheres vitimizadas e seus filhos durante um tempo, com garantia de segurança, alimentação e abrigo e acompanhamento psicológico não seria tão difícil de se manter, e talvez nem custasse o que é gasto com um Centro Pop. Até porque os agressores poderiam ser obrigados a pagar um valor para a estadia da companheira e os filhos, determinado e acompanhado pela Justiça. Enquanto isso não acontecer, elas vão continuar ameaçadas e agredidas, com medo de abrir a boca. Uma casa assim só depende de vontade política. O resto é pura demagogia.
Esta coluna é sempre lida pelo amigo Máximo Marson Filho, dentista Pelo casal Paulinho Ravagnani e Toninha O Cisso Silva e Patrícia O médico Robertinho Rached Sobrinho e Márcia Médico Wílson Cunha Júnior e Silvinha, na Hormolab Élcio Elias e Rita, no Café Globo José Fernando Moreno, em Pedregulho João Moisés Mellin, Edinha, Cleide e equipe do IOF Leonel e Rosinha Aylon Paulo Rubens de Almeida (Orseg)
Conversando há poucos dias com o prefeito Alexandre Ferreira (PSDB), ele deu a entender que o Museu da Imagem e do Som pode ficar provisoriamente na antiga sede da Feac, o casarão onde viveu o pintor. Seria mesmo lugar ideal, até que o sonhado projeto de construção de módulos para os museus vire uma realidade. O que não pode é deixar o MIS sem uma sede. E nem na Casa da Cultura, que não tem tal finalidade.
O IV Encontro de Pedregulhenses aconteceu no sábado da semana retrasada, com a presença de inúmeros visitantes durante churrasco na sede da Recreativa. O evento, iniciado há quatro anos, começou com 11 participantes, chegando agora a cerca de 250. Na abertura da festa, além do Hino Nacional e do Hino de Pedregulho, foi mostrado o Hino do Pedregulhense Ausente. Presenças do Prefeito Zezinho, de Pedregulho, e de várias autoridades da região.
Temos recebido, via rádio, reclamações de pessoas que não respeitam o espaço reservado à frente de garagens nas residências. Estacionam o carro todo ou metade dele, com a desculpa do “é rapidinho”, impedindo ou dificultando a entrada ou saída. E alguns ainda acham ruim quando têm que retirar o seu veículo. É uma grande falta de respeito e educação.
Recebi convite da Feac para fazer uma palestra sobre a vida na comunicação radiofônica, nesta terça-feira, às 14 horas, na Casa da Cultura, onde deverão estar estudantes convidados. O bate-papo também é aberto ao público. O evento faz parte de uma oficina pedagógica sobre o rádio e seus principais integrantes nas últimas décadas. A cada semana, um radialista é convidado.
Começou o horário político no rádio e TV, com os costumeiros discursos, recheados de promessas e desculpas. Parece até que vivemos no país mais organizado e seguro do mundo, com assistência de saúde perfeita para todos, ótimo transporte público, ou então que tudo será resolvido na maior facilidade, caso o candidato seja eleito. Veja se está tudo certo ou precisa mudar muita coisa. E responda pelo voto.
Completa 80 anos amanhã, sr. Sylvestre, pai da Ana Lídia e sogro do Coronel Brandão. Também amanhã, o Rodrigo Junqueira e a Gelda Costa Naves... Na terça, a Edna Doca Lopes, o protético José Roberto Pereira e Silvana Prado... Na quarta, o cirurgião plástico Antônio Marcos de Melo Júnior... Na quinta, Regina Junqueira e Elisa Gosuen... Na sexta, Noemi Pucci Pieri e advogado José Carteta... E sábado, Omar Nardi e Zé Verdura...
O amigo Élison Fernandes é o portador de muitas fotos antigas, que o pessoal encaminha para este espaço. A de hoje tem cerca de uns 30 anos, e foi feita na sede do Sindicato do Comércio Varejista, com várias autoridades e convidados para uma comemoração. Da esquerda para a direita: Osmil, Gutemberg Giolo, Moacir Bastos, Michel Sad, o então prefeito Maurício Ribeiro, Hellil Palermo, Clóvis Meneghetti, Paulo Rubens de Almeida, Milton de Paula, Antônio Humberto Coelho, Waldir Serafini e Camilo Pinheiro.
Quem está de idade nova desde ontem é o muito querido sacerdote franciscano, Frei Carlos Marchioni, pároco da Igreja São Judas Tadeu. Recebeu muitos abraços e homenagem de seus paroquianos em concorrido jantar. Desde 2009, ele é o dirigente da populosa paróquia da Vila Nova. Nasceu em Olímpia e completou 56 anos de idade. Juntamos daqui o nosso abraço ao frei Carlos.
Uma nonna italiana ao telefone indica sua moradia ao neto que quer visitá-la com sua nova mulher:
- “Quando vocês chegarem no prédio, na porta da frente tem um grande painel. Io moro no apartamento 301. Apertem o boton do interfone com o cotovelo, que io abro a porta. Entrem, o elevadore é à direita. Aperta o boton com o cotovelo. Quando ocês saírem do elevadore, mio apartamento é nas esquerda. Com o cotovelo, apertem a campainha. Tcherto?”
- “Vó, parece fácil,mas...por que tenho que apertar todos esses botões com o cotovelo?”
E a nonna:
- “Mááá que!!!... Dio mio!!... Tão vindo aqui de mãos vazias?”