Painel

11/02/2018

Saudade do confete e serpentina

Chegando a época do Carnaval, volto aos saudosos anos de 1960, 1970 e ainda 1980, quando os bailes aconteciam nos vários salões da cidade, todos eles lotados. Tinha o da AEC-Centro, dominado pela moçada. O Clube de Campo, com a presença de casais, acompanhados de seus dependentes, além de outros salões que ficavam igualmente lotados, como o Luiz Gama, na Cidade Nova, o Internacional, na Estação, Clube dos Bagres e até o Bagres Country. Costumava frequentar a AEC, onde a animação musical era sempre da Orquestra Laércio de Franca, que abria a festa com o seu característico prefixo musical e só parava às 4 da manhã, com o salão ainda lotado e o chão coberto por confetes e serpentinas. Como era gostoso ficar naquela guerrinha de papéis, jogados por quem ficava na grande roda vendo os dançarinos passarem, e entrando nela quando passava alguém interessante. Raríssimos eram os desentendimentos entre os foliões. Bem diferente das confusões de agora, com resultados violentos, o que certamente acabou forçando a diminuição e o fim daqueles bailes de salão. A folia carnavalesca, por isso mesmo, acabou resumida aos desfiles de blocos e escolas de samba na avenida, e quem gosta mesmo, acompanha ainda as transmissões dos grandes centros pela TV. Até as músicas que viraram clássicos da época  já não existem mais, ficando somente aquelas antigas na memória dos foliões. Quem viveu essa época fica na saudade e quem não pegou não imagina o que perdeu. E como era gostoso aquele Carnaval. 
 

Mais leitores e amigos aniversariam na semana, como a Neuza Ribeiro e Silva, Gustavo Sanches Cintra, Karina Paludeto, pintor Hélio Tasso, Fernando Minucci, garoto Marcelo (6 anos, filho do Márcio e Francinha) e meu sobrinho Leandro Navarro... E mais: Tenor Saulo  Couto, Sirley Aguiar, Éverton Barbosa, Nereu Plácido Barbosa (Moda Rigor), Ocívio Crisol Donha (Grilo) e Miguel Laércio Mathias (Laercinho do Paiolzinho)  
 

11/02/2018

Acabou a graça

Postaram na internet algumas músicas de Carnaval dos bons tempos e que hoje estariam proibidas por essa onda exagerada de implicância. Me dá um dinheiro aí (Lava Jato); O teu cabelo não nega (racismo); Cabeleira do Zezé (homofobia); Vou beijar-te agora (assédio); A turma só me chama de palhaço (bullying); Segura meu bem a chupeta (pedofilia); Maria Sapatão  (apologia gay); A pipa do vovô não sobe mais  (bullying com idosos)... Ficou tudo sem graça. 
 

Tenho ouvido queixas de diversos lugares da nossa região sobre frequentes interrupções de energia elétrica, causando prejuízo aos consumidores, além do desconforto natural. São bairros de nossa cidade, além de propriedades rurais e ranchos, que passam algumas vezes mais de 24 horas conforme me foi relatado pelo rádio. E pedem socorro ao nosso único deputado Roberto Engler, para intervir junto à CPFL.
 

Com a aproximação das eleições deste ano, com as opiniões nas redes sociais, algumas sem qualquer conteúdo e ofensivas, melhor é permanecer à margem, sem entrar na fogueira. Muito cuidado também com informações mentirosas, não apenas na internet como em certos órgãos de imprensa, cada qual querendo puxar a sardinha pra sua brasa. Com a excessiva liberdade para quem não sabe usar, estou prevendo confusões. 
 

É preciso muito cuidado, principalmente os comerciantes, com relação aos cartões de crédito ou débito. Tem acontecido grande número de furto desses cartões para serem indevidamente usados em compras no nome do titular. O mais indicado, conforme orienta a polícia, é exigir um documento da pessoa, com foto, para conferir se não está na mão de bandidos. Olho vivo.         
 

11/02/2018

Aniversários

Mudando de idade hoje, o Fernando Lourenço Fernandes, o empresário Luciano Botto e Carminha Silva...amanhã, o Alípio Resende Araújo Neto, Edson Arantes (Chok Doce), Éber Casadei, Tatiane Barbosa (Dalva e Nélson Salgados), o médico Marcelo de Paula e o colega e amigo Renato Vallim...na terça-feira, mesmo dia que eu, a professora Olga de Faria e o Paulinho Silas...a lista segue ali na TUP...
 

Recebi algumas colaborações da leitora Márcia Anawate Kuri, com fotos de antigos Carnavais de salão. Começo hoje publicando uma delas, focalizando o Bloco Bataclã (época da novela Gabriela) no ano de 1979, no Clube de Campo. Da esquerda para a direita, alguns dos “personagens”: Cláudia, Renata Pimenta, Fernando Caleiro (Mundinho), Cláudia Luz, Dininho Coronel), Lila Crespo. Atrás: Nadia Luz, Luíza Almeida, Teresa e Márcia Kuri. Mais à direita, Augusta Caleiro


Ele foi, com certeza, o mais expressivo Rei Momo dos Carnavais francanos. A começar do seu porte físico e constante alegria por onde passava. Falo do já saudoso médico Aníbal Vilela Moreira, que reinou durante alguns anos nas décadas de 1970 e 1980. Foi vereador e quase chegou à Prefeitura, perdendo para o Grupo Novo.


O sujeito parado na porta de um boteco, quando vê um garoto com um cachorro enorme, todo pintado de vermelho, sendo puxado por uma corda amarrada nos seus testículos. Comovido com o sofrimento do cachorro, o sujeito falou com o garoto:
-“O que é isso, meu filho? Por que está fazendo isso?”
-“Eu estou só brincando de bombeiro”!
Achando que seria fácil convencer o garoto, o cara sugeriu:
-“Então, por que você não amarra a corda no pescoço do cachorro? O seu carro vai ficar bem mais rápido”
E o garoto:
-“Eu sei, mas aí eu fico sem a sirene”!
 
 
 

Nunca se deve recongelar alimentos que você retirou do freezer e não usou. Outra: para manter a couve-flor branca, adicione um pouco de leite na 
água de cozimento.