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Franca
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Painel
Já me fizeram por diversas vezes esta pergunta que também eu gostaria de ter a resposta convincente. O que ainda falta para a nossa veterana Associação Atlética Francana passar para uma série de maior importância no cenário do futebol paulista. Enquanto cidades menores, com menos recursos financeiros, estão na primeira e segunda divisões, a nossa Francana disputa, até com certa dificuldade, a quarta divisão. Já estivemos na Especial, entre os anos 70 e virada para os anos 80, quando Franca aparecia entre as primeiras em arrecadação, devido ao entusiasmo do nosso torcedor, que lotava o Estádio Lancha Filho em todos os seus compromissos. Depois da queda para a divisão inferior, e pelas más administrações, o clube foi se endividando, ficando sem seus melhores jogadores, perdendo a confiança, e as quedas se sucederam até o degrau de baixo. Atualmente, a diretoria presidida pelo Anderson Pereira está conseguindo equilibrar as finanças da equipe, mas ainda não dispõe de recursos para a montagem e manutenção de um time forte. O que mais nos entristece é ver que o torcedor francano é fanático, e se o time vence duas partidas seguidas o Lanchão fica lotado. É a alegria de uma cidade e o lucro para tantos segmentos, incluindo hotéis, bares e restaurantes,. Empresas de nossa cidade, que vemos anunciar seus produtos inclusive na televisão, a um custo altíssimo, podiam olhar com mais interesse para a nossa representação, assim como o poder público. Além de uma forte campanha de sócio-torcedor, como é feito com o nosso vitorioso basquetebol. É exatamente isso o que ainda falta.
Dentre os muitos leitores da coluna estão mais alguns aniversariantes da semana, começando pelo meu sobrinho-neto, advogado Danilo Rodrigues Resende de Araújo, a psicóloga Maria Luíza Lana Salomão, Maria Zélia Bernardes Salloun, Cassiano Lima, filho do Luiz Netto e da Lourdinha Lazarini Lima, que também aniversaria. O médico Marco Aurélio Dainezi, minha sobrinha Lúcia Helena Navarro Leonardi, Wanderley Tristão (Secretário de Ação Social) e o Josué, antigo colega do GCN.
Soube de um morador da região central da cidade, que tinha uma laje na frente de sua residência, para melhor proteção da chuva e do sol. Com o crescente número de moradores de rua, o lugar passou a ser ocupado por eles, principalmente à noite, e ali faziam suas necessidades e deixavam outras sujeiras. Resultado: mandou quebrar e derrubar a laje, para não ter mais esse problema bem na sua porta. Ficou mais fácil derrubar a laje do que “conseguir autorização” para retirá-los de lá...
A Câmara Municipal de São Paulo aprovou em primeira discussão um projeto do vereador Gilberto Natalini (PV) que prevê multa de R$ 200 para quem alimentar pombos de rua. Justifica que o pombo urbano é chamado de rato voador, e transmissor de doenças. Se não encontrarem comida na cidade, eles vão para o campo, que é o seu habitat. “O bicho pode ser bonitinho, mas é terrível”, diz o autor do projeto.
Acontece esta tarde, a partir das 13 horas, na sede campestre do Centro Médico de Franca, na saída para Claraval, o já conhecido Almoço com as Estrelas, organizado pelo colunista social Well. Agradeço a gentileza do convite, desejando que tenha o mesmo sucesso dos anos anteriores.
Tenho ouvido diversas reclamações em relação aos chamados flanelinhas ou flanelões, por ocasião de eventos em hotéis e outros salões da cidade. Os camaradas impõem o preço, em torno dos R$ 20, ameaçando que se não pagar não vai poder estacionar. Tudo isso como se fossem donos do lugar, que é público. E quando saem, não encontram nem sinal de vigilantes. Isso precisa acabar.
Mudando de idade hoje a Marieta Venceslau e o João Moisés Mellin...amanhã, o médico André Luís de Paula Tasso, professor Cícero de Castro, Lêda Miguel Garcia e o garoto Igor Tozzi Lima...na terça-feira, o advogado Sindoval Bertanha, colega Alex Henrique e Márcio Pires...na quarta-feira nossa amiga Nely Borges Feitoza...segue a lista ali na TUP...
Esta foto é da inauguração do Cine Odeon, na Rua Campos Salles, fundos do antigo Cine São Luiz. Foi inaugurado em 1956, tendo como proprietário sr. Antônio Lemos. Encerrou suas atividades como cinema no final dos anos 80. Da esquerda para a direita, o Sérgio do Val (Alemão), sr. Antônio Lemos, vários de seus convidados, que vocês podem tentar identificar. O padre que procedeu à benção de inauguração foi o Frei Ângelo Criado, vigário da Matriz, hoje Catedral. Na foto de domingo passado, o Maníglia era o André e o outro era o Maury Antônio Gatti, conforme seu genro Fábio Moraes. E está vivo e forte.
O sujeito foi viajar e, chegando em seu destino, foi passar uma mensagem, via internet, para sua esposa.
Acontece que ele não dominava muito bem o computador do hotel e acabou enviando a mensagem para uma outra pessoa. Quem recebeu foi uma senhora, que havia acabado de voltar do cemitério, onde o marido tinha sido sepultado. Ela sofreu um enfarte fulminante quando leu a mensagem, que dizia:
-“Querida, já cheguei e estou bem. Mas faz um calor infernal onde estou. Te espero aqui na semana que vem”