A Converse retirou do ar a campanha publicada entre 17 e 18 de setembro após internautas apontarem semelhanças entre a imagem e símbolos associados à Ku Klux Klan (KKK), organização supremacista branca dos Estados Unidos.
Na peça, a modelo aparece com saia branca e tênis preto, sob a iluminação em formato de estrela. Usuários compararam o enquadramento, o sombreamento e os ângulos da imagem aos capuzes usados pela KKK e a registros históricos de enforcamentos.
A repercussão tomou as redes sociais e gerou cobranças de ativistas e políticos. O congressista Troy Carter, dos Estados Unidos, pediu explicações à Nike, dona da Converse desde 2003.
Em comunicado, a marca afirmou que não teve intenção de fazer referência à KKK ou a seus símbolos, reconheceu que a campanha poderia ser perturbadora e pediu desculpas. A Nike também passou a ser pressionada por um posicionamento.
Nas redes, alguns usuários classificaram a imagem como um possível “apito de cachorro”: expressão usada para descrever uma mensagem pública que parece comum para a maioria das pessoas, mas que esconde um sentido secreto ou uma senha compreendida apenas por um grupo.
Com informações do BBC.