COPA DO MUNDO

Competição define neste sábado os 2 últimos classificados às semi

Por Da Redação |
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FIFA
Messi, a grande estrela da Argentina; time é um dos favoritos à final
Messi, a grande estrela da Argentina; time é um dos favoritos à final

A Copa do Mundo define neste sábado (11) os dois últimos classificados para as semifinais da competição. Serão dois jogos em solo norte-americano que carregam roteiro de Copa desde o pré-jogo. Em Miami, Noruega x Inglaterra abre a programação às 18h, enquanto Argentina x Suíça fecha a noite em Kansas City, às 22h, no horário de Brasília.

O confronto entre Noruega e Inglaterra marca um duelo inédito em Copas do Mundo, mesmo com um histórico de 12 partidas oficiais entre as seleções. O retrospecto favorece a Inglaterra, que soma sete vitórias, três empates e apenas duas derrotas, mas a campanha norueguesa em 2026 já altera qualquer leitura mais tradicional.

A Noruega está de volta ao centro das atenções depois de eliminar o Brasil por 2 a 1 nas oitavas, em um jogo de muita eficiência nas chances criadas e maturidade. Tendo em vista esse desempenho, a equipe chega sem medo de disputar uma vaga inédita em semifinais, com Erling Haaland liderando uma geração que decidiu não abrir mão de protagonismo mesmo diante de camisas pesadas.

Do lado inglês, o time vem de uma vitória por 3 a 2 sobre o México, em um dos jogos mais eletrizantes desta edição, com viradas no placar que reforçaram a força mental da equipe. Harry Kane soma seis gols e ainda está na cola de Haaland, com sete, o que adiciona uma disputa particular dentro da partida, junto com o peso da vaga em jogo.

Já Argentina x Suíça está de volta ao mapa da Copa como um reencontro que remete diretamente ao Mundial de 2014, quando os argentinos venceram por 1 a 0 na prorrogação, com gol de Ángel Di María após assistência de Lionel Messi. O histórico favorece claramente a Argentina, com cinco vitórias e dois empates contra os suíços, mas o contexto de 2026 é especial.

Atual campeã do mundo, a Argentina vem de uma virada por 3 a 2 diante do Egito nas oitavas, em um jogo que ainda está repercutindo muito pelo poder de reação demonstrado. A seleção não abre mão do peso da camisa em momentos de pressão, e essa capacidade de resposta em cenários adversos é um dos elementos que mais contam em mata-mata.

A Suíça, por sua vez, igualou sua melhor campanha na história dos Mundiais e está de volta às quartas depois de 72 anos, carregando a moral de uma classificação nos pênaltis sobre a Colômbia após um 0 a 0 nervoso. Tendo em vista esse roteiro, os suíços chegam sem tanto favoritismo, mas com uma estrutura defensiva que pode complicar a vida de qualquer ataque.

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