DIA DAS MÃES

Bebel reforça combate à violência contra a mulher no Dia das Mães

Por Da Redação |
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A deputada chamou atenção principalmente para os casos de feminicídio registrados no país.
A deputada chamou atenção principalmente para os casos de feminicídio registrados no país.

Neste Dia das Mães, celebrado neste domingo, a deputada estadual Professora Bebel (PT) fez um alerta sobre o aumento da violência contra as mulheres no Brasil e defendeu medidas mais rígidas de combate ao feminicídio.

A parlamentar destacou que, apesar de as mulheres representarem 51,5% da população brasileira, segundo o Censo de 2022, ainda enfrentam desigualdade salarial, sobrecarga nos cuidados domésticos e dificuldades no mercado de trabalho — cenário ainda mais grave para mulheres pretas e pardas. Bebel é militante da causa das mulheres - tem vários projetos e leis para o público feminino.

A deputada chamou atenção principalmente para os casos de feminicídio registrados no país. Segundo ela, o Brasil contabilizou 1.568 feminicídios em 2025, o maior número desde que o crime passou a ser tipificado, em 2015. No estado de São Paulo, foram 270 mulheres mortas, também um recorde histórico.

Bebel lembrou ainda que cidades da região, como Piracicaba, também registraram casos recentes de feminicídio, reforçando a necessidade de ações urgentes de proteção às mulheres.

“A violência contra a mulher vem atingindo níveis alarmantes”, afirmou a parlamentar, ao citar também o crescimento de discursos misóginos nas redes sociais e na sociedade.

Entre as propostas apresentadas por ela na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), estão projetos para criação da Rede Segura, voltada ao combate à violência contra a mulher, pensão especial para filhos de vítimas de feminicídio, licença remunerada para vítimas de violência doméstica e programas de incentivo à autonomia financeira feminina.

A deputada afirmou que o Dia das Mães deve ser também um momento de reflexão sobre a proteção das mulheres e a garantia de direitos. “Passou da hora de dar um basta”, declarou.

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