MORTE NA PRAÇA

Suspeito de matar mulher em situação de rua é preso em Campinas

Por Flávio Paradella | Especial para a Sampi Campinas
| Tempo de leitura: 1 min
Divulgação/Guarda Municipal de Campinas
Homem foi localizado no Residencial Sirius; arma e carro usados no crime foram apreendidos.
Homem foi localizado no Residencial Sirius; arma e carro usados no crime foram apreendidos.

A Polícia Civil e Guarda Municipal prenderam um homem suspeito de ter assassinado a tiros uma mulher em situação de rua no início deste ano, em Campinas. A prisão ocorreu no Residencial Sirius, após trabalho conjunto de investigação e compartilhamento de informações entre a GM de Campinas e o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

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A ação foi conduzida por equipes do DEIC/DHPP, com apoio do Grupo de Operações Especiais (GOE). Durante a operação, os policiais localizaram uma arma de fogo do mesmo calibre utilizado no homicídio, além do veículo empregado na execução do crime, ambos apreendidos para análise pericial.

O crime ocorreu na noite de 5 de janeiro, no Parque Valença II, região do Campo Grande. A vítima, uma mulher de 24 anos, estava sentada em um banco nas proximidades de uma praça de esportes, na Rua João Corrêa Cézar, quando foi surpreendida pelo atirador.

De acordo com o registro policial, o autor chegou ao local em um Chevrolet Celta preto, parou o veículo e efetuou os disparos contra a jovem. Em seguida, deixou a área. A vítima foi socorrida por pessoas que estavam próximas e levada ao Pronto-Socorro do Campo Grande. Durante o atendimento, ela sofreu uma parada cardiorrespiratória, foi reanimada pela equipe médica e transferida ao Hospital da PUC-Campinas, mas não resistiu aos ferimentos.

A perícia técnica esteve no local do crime e recolheu estojos de munição e um projétil, que passaram por exames balísticos. Na ocasião, a arma utilizada não havia sido encontrada.

Em depoimento prestado à Polícia Civil, a mãe da vítima informou que a filha vivia em situação de rua e que o contato entre elas era esporádico, fator que, segundo os investigadores, dificultou a apuração inicial do crime.

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