ARTIGO

Fazer o futuro andar


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Carolina Silva Naime, minha neta ingressou na USP. A alegria escorreu dos olhos e ao atingir a boca lembrou o salgado dos momentos para chegar até aqui.

Todos os finais de ano e começo do Ano Novo são o palco de muitos esforços, alegrias, tristezas para os vestibulandos e seus familiares e amigos. Haja fôlego para atingir o sucesso. São os dias em que acontecem as provas para definir os que atingem os resultados do conhecimento exigido no processo de seleção dos concorrentes a uma vaga no sistema de educação e ensino para a formação profissional. Eu passei por esta fase.

Nesse esforço compartilhado entre todos os colégios, os cursinhos, os professores particulares, funcionários e equipes de ensino que dedicaram o seu melhor para transmitir os elementos necessários com suas energias a se esgotarem e as paciências chegarem ao limite, a nossa gratidão pelas suas grandezas no cumprimento de suas responsabilidades.

Sem desmerecer outras universidades, vamos nesta crônica, no ater mais a USP, que fundada em 1934, vem percorrendo o caminho da preparação profissional de uma juventude esperançosa para formar as colunas de forças do conhecimento humano como ferramenta para a transformação do saber que conduz a sociedade, para atingir a existência da realidade prática como resultado da construção de uma nação forte.

A alegria do saber contrasta com a ignorância do “não saber”. Quanto mais nos aproximamos do conhecimento, mais seguras serão as nossas ações, pois para o fornecimento de melhores produtos e serviços, sejam eles materiais, intelectuais ou virtuais, melhor e menos trabalhosas serão as operações a serem realizadas.

A USP, como sendo uma das mais concorridas e por isso constitui mais dificuldades para seu ingresso. Sua estrutura física, educacional, administrativa é fator de excelência.

A USP – com sede principal na Cidade Universitária, na cidade de São Paulo, ocupa o lugar de destaque entre as melhores do mundo e se situa entre as 100 melhores. A USP além das faculdades que se encontram na Cidade Universitária, possui outras faculdades em cidades do interior do estado. Nela o conceito de Universidade se destaca e o viés do conhecimento fica ampliado abrindo portas para o futuro.

Ao parabenizar Carolina, quero estender a todos os que ingressaram em faculdades na busca da profissão de seus sonhos e que transforme seus resultados e conquistas para o engrandecimento e felicidades sociais.

A comparação contida na frase que o professor é um aluno mais velho, nos traz a certeza de que sabemos pouco é aceita a ideia de que: Quanto mais se alimenta da certeza de “não sabemos nada”, traz a tona uma situação de uma aula inaugural numa das faculdades, introduzindo um pouco de humor ao conhecimento: Um professor, sentado à mesa da sala de aula começa sua explicação dizendo: suponhamos que aqui tenhamos 28 burros que era o número de alunos presentes. Um aluno retruca: por que não 29 professor? O professor um pouco ofendido pede ao aluno que se retire da sala como punição. O aluno pega os seus pertences, se levanta e vai até a porta e pergunta: O senhor faz mesmo questão de ficar só 28, eu sairei. O professor como forma de não deixar por menos diz: O senhor deve se abaixar ao passar pela porta para não bater as orelhas. O aluno responde: Não há problema professor, pois a porta foi feita com as suas medidas. Neste contexto humorístico o comparativo “professor é um aluno mais velho” é aceito, mas o “professor é professor”, com toda a carga de responsabilidades que o cargo lhe impõe e louvados sejam.

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