PARKINSON

Palestra sobre o tratamento de Parkinson acontece este sábado

Por Ana Laura França |
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Divulgação
Dra. Alice Estevo Dias durante um congresso internacional indicada a um prêmio
Dra. Alice Estevo Dias durante um congresso internacional indicada a um prêmio

Acontece este sábado (29), às 10h, através da Associação Brasil Parkinson Núcleo Piracicaba, a palestra Neuromodulação Cerebral e Periférica Não Invasiva, ministrada pela fonoaudióloga Dra. Alice Estevo Dias. O convite se estende à pessoas com a Doença de Parkinson, familiares, cuidadores, fonoaudiólogos, neurologistas e todos os interessados nesta questão. O endereço é a Avenida Visconde do Rio Branco, 1400.

A palestrante é especialista em Voz pelo Conselho Federal de Fonoaudiologia. Possui Mestrado, Doutorado e Pós-Doutorado em Doença de Parkinson pelo FMUSP (Programa de Neurologia da Faculdade de Medicina da USP). É pesquisadora da Doença de Parkinson do Grupo de Estudos em Distúrbios do Movimento do Hospital das Clínicas da FMUSP. fonoaudióloga do Hospital Nove de Julho e do Centro de Reabilitação Neurofuncional Acreditando. Auta principalmente nas áreas de conhecimento de fonoaudiologia no campo da comunicação, disfonia, disartria, disfagia, afasia, neuromodulação e telerreabilitação.

A Associação Brasil Parkinson Núcleo Piracicaba é conhecida carinhosamente por Colibri, numa simbologia entre o sintoma mais visível da Doença de Parkinson, que é o tremor, e o tremular de asas desse pássaro. Graças ao tremor, essa ave peculiar encontra a energia para erguer-se e voar, diferenciando-se de todos os outros pássaros, pois mantém-se em equilíbrio e consegue ter a capacidade de parar no ar e mesmo de voar para trás. Como o Colibri, parkinsonianos devem, também, encontrar, no tremor, estímulos para a superação das limitações físicas e para a integração social.

Embasada por esse sentido, a Associação, em 2022, comemorou 30 anos de fundação, recebendo da Câmara Municipal de Piracicaba a Moção de Aplauso 152/2022. Sempre teve o objetivo de congregar parkinsonianos, familiares, amigos, para o enfrentamento dessa doença, ainda sem cura, que, se não mata, maltrata muito o paciente. De fato, a Doença de Parkinson é muito grave, entretanto é possível conviver com ela e ter uma qualidade de vida melhor, por exemplo, quando parkinsonianos, familiares, amigos se integram em associações como a Colibri.

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