O prefeito ou prefeita que assumir o governo de Piracicaba em 2025 terá um orçamento de R$ 2,9 bilhões para administrar a cidade. A Prefeitura, por meio da Secretaria de Finanças (Semfi), encaminhou para a Câmara Municipal o projeto de Lei das Diretrizes Orçamentárias (LDO) do município para o exercício financeiro do próximo ano.
Segundo nota enviada pelo governo, a projeção das receitas e despesas do município para 2025 é de exatamente R$ 2.944.465.000,00, englobando os órgãos da Administração Direta e Indireta, sendo que na Administração Direta estão incluídos a Câmara Municipal, a Procuradoria-Geral, a Corregedoria-Geral, a Guarda Civil e as Secretarias Municipais.
O total é 3,07% menor (ou R$ 93.325.000,00 a menos) do que o previsto para o orçamento de 2024, projetado até 31 de dezembro em 3.037.790.000,00.
O total exato do orçamento para 2025 será fixado somente em setembro, quando as projeções têm que ser enviadas novamente ao Legislativo. A LDO antecede a LOA (Lei Orçamentária Anual).
O projeto passa por análise dos vereadores e serve como base para o planejamento financeiro do Executivo para a gestão do ano seguinte.
Já na Administração Indireta estão incluídos o Serviço Municipal de Água e Esgoto (Semae), a Fundação Municipal de Ensino de Piracicaba (Fumep) e o Instituto de Previdência e Assistência Social dos Funcionários Municipais de Piracicaba (Ipasp).
A LDO tem a finalidade de orientar a elaboração dos orçamentos do município, compreendendo as metas e prioridades da administração pública, incluindo as despesas de custeio e investimentos para o exercício financeiro do próximo ano.
“O orçamento será protocolado em 30/09, sendo assim, agora estamos trabalhando na elaboração da LOA e avaliando os ajustes que serão necessários para adequar a receita e a despesa prevista para 2025”, explica Telma Trimer, secretária de Finanças.
Cabe ressaltar que o Poder Executivo optou por manter os parâmetros macroeconômicos previstos inicialmente na última alteração do Plano Plurianual (PPA) 2022-2025, haja vista o cenário macroeconômico instável, a reforma tributária e o embate entre o Governo Federal e o Banco Central sobre as taxas de juros, que impedem projeções econômicas e financeiras mais precisas.