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Cães resgatados no Sul podem morrer de frio

Veterinária e voluntários estão em Canoas (RS) para auxiliar nas buscas e também cuidar do abrigo para onde animais resgatados estão sendo levados

Por Da Redação | 15/05/2024 | Tempo de leitura: 1 min

Divulgação

Animais resgatados por voluntários em Canoas
Animais resgatados por voluntários em Canoas

A veterinária Tainah Rezende Antonio Ribeiro, de 26 anos, e voluntários se juntaram para prestar socorro aos animais atingidos pelas enchentes no Rio Grande do Sul. Eles estão em Canoas para auxiliar nas buscas e também cuidar do abrigo para onde animais resgatados estão sendo levados. Tainah explica que mais de 300 cães já foram recolhidos e levados para o local.

Para viabilizar o atendimento e evitar que os animais fiquem doentes, Tainah lançou uma campanha de arrecadação de dinheiro para compra de remédios e cobertores. Qualquer valor pode ser creditado via Pix para o CPF 172.575.287-56. De acordo com a veterinária os animais correm risco de hipotermia, que é a diminuição da temperatura corporal.

Ela explica também que precisa de mais veterinários voluntários para ajudar no abrigo. Ocorre que os voluntários são chamados para ajudar nos resgates e, assim, o abrigo fica sem tutor. Tainah afirma ainda que um galpão foi cedido para levar os animais restados. “A partir de amanhã (hoje) eles querem resgatar cavalos e bois”, disse ela em mensagem por WhatsApp. A tia dela, Monica Rezende Antonio Ribeiro, disse que a ajuda financeira é importante para que as equipes se dediquem aos resgates.

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