EDUCAÇÃO

Apeoesp protesta em defesa de emprego, salários e direitos dos professores


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22-02-24-Audiência pública na Alesp, promovida pela deputada Professora Bebel, para discutir a situação de professores da rede estaudal de ensino
22-02-24-Audiência pública na Alesp, promovida pela deputada Professora Bebel, para discutir a situação de professores da rede estaudal de ensino

Em manifestação organizada pela Apeoesp, mais de mil professores de diversas regiões do Estado de São Paulo cobraram da Secretaria Estadual da Educação emprego, salário e direitos, assim como valorização salarial e profissional, condições de trabalho. Na manifestação, que aconteceu na Praça da República, em frente a Secretaria Estadual da Educação, na tarde desta última quarta-feira, 21 de fevereiro, professores também protestaram contra o autoritarismo, assédio moral, por atribuição de aulas presencial, justa e transparente, contra o corte de R$ 10 bilhões da educação, entre outras reivindicações da categoria, e aprovado um calendário de ações, entre eles uma nova assembleia no dia 15 de março, também na Praça da República, seguido de ato unificado com o “Grito por Serviços Públicos de Qualidade e Pelos Direitos do Funcionalismo no Estado de São Paulo”.

A segunda presidenta da Apeoesp, a deputada estadual Professora Bebel (PT), que participou da manifestação, destacou que o governador Tarcísio de Freitas reconheceu que a categoria não tem salários justos e condições de trabalho, mas foi irônico ao dizer que temos "amor". “Nós queremos valorização salarial e profissional, condições de trabalho, atribuição presencial, justa e transparente, não ao corte de R$ 10 bilhões da educação, fim do autoritarismo e do assédio moral”, declarou, colocando o seu mandato popular na Assembleia Legislativa e com a Apeoesp, que é a entidade que organiza de forma unitária a  categoria.

Já nesta quinta-feira, 22 fevereiro, a deputada Professora Bebel promoveu na Assembleia Legislativa audiência pública para discutir problemas e soluções no processo de atribuição de aulas na rede estadual de ensino. Para a parlamentar, a atribuição de aulas de 2024 foi uma das piores, “senão a pior, da rede estadual de ensino. Isso decorre da terceirização do processo para a VUNESP, sendo que a própria Secretaria Estadual da Educação sempre realizou o processo do início ao fim com pessoal capacitado para isso. Ocorrem graves erros de classificação, injustiças, erros, extravio de documentos e desrespeito para com os professores”, destacou.

Na audiência, foram expostos os elementos envolvidos neste processo, técnicos, jurídicos, administrativos e políticos, para que seja dado continuidade a pressão junto à Secretaria Estadual da Educação para que sejam solucionados.

Vanderlei Zampaulo – MTb-20.124

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