DENGUE

Dengue em Piracicaba: saiba quais regiões são as mais afetadas e veja como se prevenir

Por Roberto Gardinalli | roberto.gardinalli@jpjornal.com.br
| Tempo de leitura: 2 min
Divulgação/Prefeitura de Piracicaba

A SMS (Secretaria Municipal de Saúde) de Piracicaba informou que os 869 casos de dengue identificados até agora na cidade são do sorotipo 1 da doença. Segundo a pasta, nenhum dos outros tipos da doença foram identificados até agora. A dengue possui quatro tipos conhecidos. O número de casos foi registrado entre os dias 1° de janeiro e 9 de fevereiro, quando foi atualizado o boletim semanal da doença.

"A Secretaria de Saúde informa que, até o momento, a cidade registrou apenas o sorotipo 1 da dengue em 2024”, confirmou a pasta. Ainda de acordo com a SMS, a maioria dos casos foram identificados na região Leste da cidade, composta por bairros como Cecap, Taquaral, Dois Córregos, Unileste, Vila Independência, Vila Monteiro, Morumbi, Monte Alegre e outros. A região tem 485 confirmações. Em seguida, o maior número de casos é na região Sul, onde ficam bairros como Água Branca, Higienópolis, Caxambu, Jardim Elite, Monte Líbano e adjacências, com 115.

Já a região Norte, região dos bairros Água Santa, Algodoal, Areião, Capim Fino, Vila Sônia, Santaa Rosa, entre outros, tem 96 casos, enquanto a zona rural tem 64 confirmações e o Centro, nas imediações dos bairros Alto, Cidade Jardim, Clube de Campo, São Dimas, Vila Rezende e São Judas, 59. Além disso, a Prefeitura informou que 49 confirmações aconteceram na região Oeste, onde ficam os bairros Castelinho, Jupiá, Ondas e Vila Cristina, e uma confirmação não teve localização identificada.

PREVENÇÃO
O combate à doença deve ser feito por toda a população, em casa. Para evitar a proliferação do mosquito, a população deve:

– Eliminar focos de água parada;
– Manter os pratos de vasos de flores e plantas com areia até a borda;
– Guardar garrafas com a boca virada para baixo;
– Limpar sempre as calhas dos canos;
– Não jogar lixo em terrenos baldios;
– Colocar o lixo sempre em sacos fechados;
– Manter baldes e caixa d’água devidamente tampados e piscinas com colocação de cloro;
– Não deixar acumular água em pneus;
– Furar latas de alumínio antes de serem descartadas para não acumular água;
– Lavar bebedouros de aves e animais pelo menos uma vez por semana;
– Em caso de suspeita da doença, entrar em contato imediatamente com a unidade de saúde mais próxima da residência e jamais utilizar medicação por conta própria.

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