PREVENÇÃO

Saúde não tem previsão sobre vacina contra a dengue em Piracicaba

Por Da Redação |
| Tempo de leitura: 2 min
Divulgação Butantan
Vacinas contra a dengue devem representar um marco à saúde pública
Vacinas contra a dengue devem representar um marco à saúde pública

O Ministério da Saúde indecidiu incorporar a vacina contra dengue no calendário de imunizações do SUS (Sistema Único de Saúde). O Brasil é o primeiro país do mundo a oferecer o imunizante no sistema público universal. Quando a vacina estará disponível nas unidades de saúde de Piracicaba, porém, ainda não está definido, de acordo com a Secretaria Municipal de Saúde.

Questionada pelo JP, a Prefeitura informou que “após o Ministério da Saúde ter incorporado o novo imunizante ao calendário nacional, ele tem até 180 dias para divulgar nota técnica informando os grupos da população que serão priorizados, bem como as demais orientações sobre esta vacinação”.

O SUS já havia informado que a vacina, conhecida como Qdenga, não será disponibilizada em larga escala em um primeiro momento, “mas será focada em público e regiões prioritárias”

No fim do ano passado, o coordenador do Plano Municipal de Combate ao Aedes, Sebastião Amaral Campos, o Tom, afirmou que existe a possibilidade de uma epidemia da doença na cidade em 2024, devido à alta no número de casos, em relação à 2023.

Nesta quarta-feira (3), a prefeitura informou que as equipes da Secretaria Municipal de Saúde trabalham de forma preventiva, durante todo o ano. “Eles visitam todos os imóveis do município, orientando, retirando criadouros e quando necessário colocando larvicida em possíveis criadouros, além da realização de mutirões e arrastões de combate à dengue aos finais de semana”, explicou.

A Pasta também informou que os agentes visitam constantemente pontos estratégicos, em imóveis fechados (sem moradores) e em imóveis que estão em obra. “Também, às quintas-feiras, os agentes executam as entradas forçadas em imóveis (quando o proprietário não é localizado). Em todos os casos, quando encontradas irregularidades é feita a notificação e auto de infração (multa)”, diz a nota.

No ano passado, mas de 150 bairros foram visitados pelas equipes e foram recolhidas mais de 310 toneladas de inservíveis “que poderiam ser um criadouro do mosquito Aedes”. De acordo com a Secretaria, ainda na primeira quinzena deste mês serão retomadas as ações de Arrastão e de Mutirão que estiveram suspensas devido as festas de fim de ano.

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