DECISÃO

Juiz mantém presos 5 acusados de agiotagem em Franca; mulher fica em prisão domiciliar

Presos desde o dia 22, quando foi deflagrada a Operação Maré Alta, eles tiveram prisão preventiva decretada; grávida vai ficar em prisão domiciliar. Outros 4 foram liberados.

01/12/2023 | Tempo de leitura: 1 min
da Redação

Reprodução

Bruno Aparecido de Almeida Costa; Natã Simões Leal; Jean Cardoso da Silva; Douglas de Carvalho Rosa; Wesley Henrique Paulista da Silva e Marcela de Pádua Lima
Bruno Aparecido de Almeida Costa; Natã Simões Leal; Jean Cardoso da Silva; Douglas de Carvalho Rosa; Wesley Henrique Paulista da Silva e Marcela de Pádua Lima

Cinco jovens acusados de fazerem parte da quadrilha de agiotas alvo da Operação Maré Alta, em Franca, tiveram a prisão temporária convertida em prisão preventiva e, assim, continuarão atrás das grades. A única mulher do bando, grávida, ficará em prisão domiciliar. A decisão foi tomada pela Justiça nesta quinta-feira, 30.

A operação Maré Alta foi deflagrada na quarta-feira, 22 de novembro, pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), com apoio da Polícia Militar.

De acordo com o promotor Rafael Piola, após a apresentação da denúncia da quadrilha ao juiz da 2ª Vara Criminal de Franca, o Gaeco pediu a prisão preventiva de cinco acusados. O pedido foi aceito pela Justiça, e permanecem presos: Bruno Aparecido de Almeida Costa; Natã Simões Leal; Wesley Henrique Paulista da Silva; Jean Cardoso da Silva e Douglas de Carvalho Rosa. Já Marcela de Pádua Lima cumpre prisão domiciliar, por conta de estar grávida.

Os outros quatro acusados foram soltos, mas com imposição de medidas cautelares.

Os 10 são acusados de integrar organização criminosa, lavagem de dinheiro e usura, que é empréstimo de dinheiro a juros superiores à taxa legal ou agiotagem. Segundo o Gaeco, o grupo movimentou mais de R$ 19 milhões com a prática criminosa.

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