VÍRUS ZUMBI

Vírus zumbis estão acordando após 50 mil anos por causa das mudanças no clima

Por Da Redação | Jornal de Piracicaba
| Tempo de leitura: 1 min
Reprodução

Uma equipe liderada pelo virologista Jean-Michel Claverie está investigando "vírus zumbis", patógenos inativos há mais de 50 mil anos, que podem renascer devido ao aquecimento global e ao derretimento do permafrost do Ártico. Claverie concentrou-se em vírus gigantes encontrados no permafrost da Sibéria, preocupados com a liberação de gases de efeito estufa, como o metano, à medida que o permafrost derrete. Em 2022, sua equipe identificou 13 novos vírus, incluindo um com mais de 48.500 anos. Embora o risco de infecção humana seja considerado baixo, Claverie alerta que a ameaça à saúde pública é subestimada.

Além disso, a Organização Mundial da Saúde (OMS) está atenta à "Doença X", uma epidemia causada por um patógeno desconhecido, incentivando pesquisas em vacinas e tratamentos. A OMS incluiu "Doença X" em sua lista de prioridades, junto com outras doenças letais, considerando o potencial de vírus e bactérias liberados pelo degelo do permafrost. A lista de prioridades da OMS inclui Covid-19, febre hemorrágica da Crimeia-Congo, Ebola, Marburg, febre de Lassa, MERS, Nipah, doenças henipavirais, febre do Vale do Rift, zika e "Doença X".

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