SUCESSO

Brasil é bronze na Romênia; piracicabana faz parte do conjunto

Por Erivan Monteiro | erivan.monteiro@jjornal.com.br
| Tempo de leitura: 2 min
CBG/Divulgação
A piracicabana Nicole Pírcio ao centro: equipe faz história na Europa
A piracicabana Nicole Pírcio ao centro: equipe faz história na Europa

Depois de conquistar a medalha de ouro na série de cinco arcos da etapa inaugural da World Challenge Cup, em Portimão, em maio, o Brasil voltou a brilhar na segunda etapa, em Cluj-Napoca, na Romênia. Neste sábado (15), o conjunto comandado pela treinadora Camila Ferezin conquistou o bronze no conjunto geral, ao somar 64.550 pontos, ficando atrás apenas de Itália (70.050) e Bulgária (66.250). 

O conjunto brasileiro é formado por Bárbara Galvão, Deborah Medrado, Duda Arakaki, Sofia Madeira, Victoria Borges e a piracicabana Nicole Pírcio.

No total, o time brasileiro saiu da competição com quatro medalhas, pois, no domingo (16), o Brasil saiu da Banca Transilvania Arena com mais três medalhas: ouro no conjunto misto, prata no simples e bronze na final individual de fita, com Bárbara Domingos.

“Estamos muito felizes por estarmos ganhando consistência nos resultados. Isso é fruto de um trabalho de longo prazo e de muito esforço. Ultimamente temos dedicado 70% do nosso tempo de treinamento para melhorar o rendimento no misto. Nesta etapa, felizmente conseguimos aproximar os resultados”, disse a técnica Camila Ferezin.

JOGOS

Agora, Nicole Pircio e a seleção já pensam na busca por uma vaga na competição por equipes nos Jogos de Paris (França), em 2024. Serão 14 conjuntos (com cinco ginastas cada) e o Brasil terá de disputar uma das cinco vagas disponíveis no Campeonato Mundial da modalidade, entre 23 e 27 de agosto, em Valência (Espanha). Caso não consiga, terá uma última chance de classificação se for campeão no Campeonato Pan-Americano, previsto para ocorrer entre abril e maio de 2024. 

A disputa individual de Paris terá 24 ginastas, com limite de duas representantes por país. O Mundial de Valência distribuirá 14 vagas, enquanto o Campeonato Pan-Americano premiará a atleta campeã. O Brasil nunca conquistou medalhas na ginástica rítmica em Olimpíadas. O melhor desempenho individual foi o 23º lugar de Natália Gaudio, na Rio 2026. Na disputa por equipes, o país alcançou duas vezes a oitava posição, nas edições de 2000, em Sydney (Austrália), e 2004, em Atenas. (Com CBG)

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